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Caso foi relatado após Juliana Bierrenbach saber que Augusto Heleno era amigo de seu pai
Em áudio da reunião com o ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem (PL), no qual se discute o caso de “rachadinha” envolvendo Flávio Bolsonaro (PL-RJ), uma das advogadas do senador, Juliana Bierrenbach, relatou uma suposta “proposta de corrupção” feita a seu pai pelo ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.
O caso foi relatado por Juliana após ela saber que o ex-ministro do GSI, Augusto Heleno, era amigo de seu pai, José Bonetti — que foi um dos braços-direitos do ex-presidente da Fifa João Havelange, ex-sogro de Ricardo Teixeira.
Já no final da reunião, a advogada diz para Heleno:
— (…) o Ricardo Teixeira fez uma proposta. No começo dos anos 90, fez uma proposta de corrupção para o meu pai, meu pai ‘italianão’ de um metro e noventa, subiu em cima da mesa, e deu um soco na cara do Ricardo Teixeira — narrou.
A advogada continuou:
— Deu um soco.. ‘Tá achando que eu sou moleque?’
A conversa, neste momento, foi interrompida por outros participantes da reunião. Procurada, a defesa do ex-presidente da CBF ainda não se manifestou, assim como a advogada Juliana Bierrenbach.
No áudio da reunião em que se discute o caso de “rachadinha” envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) o ex-presidente Jair Bolsonaro sugere falar com o então secretário da Receita, José Tostes, e o então chefe do Serpro (estatal de processamento de dados do governo).
A conversa cita Canuto, que provavelmente é Gustavo Canuto, ex-ministro de Bolsonaro e que foi transferido para a Dataprev, também estatal de processamento de dados. O ex-presidente Bolsonaro vem negando qualquer irregularidade.
A gravação — cujo sigilo foi derrubado nesta segunda-feira pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) — faz parte do inquérito que investiga o uso da Abin para espionagem ilegal de desafetos de Bolsonaro.
— É o caso de conversar com o chefe da Receita — afirmou Bolsonaro.
A advogada Luciana Pires, então, afirma:
— Olha, em tese, com um clique você consegue saber se um funcionário da Receita [inaudível] esses acessos lá — disse.
A fala é um alerta de que a informação poderia ficar gravada no sistema.
A gravação foi apreendida pela Polícia Federal no notebook de Ramagem e compõe o inquérito que apura a suposta espionagem ilegal praticada durante gestão Bolsonaro para beneficiar o ex-mandatários, seus filhos e aliados.

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