Na segunda etapa, o Fluminense continuou com a proposta de ficar com a posse de bola e ocupar o campo do Santos. Ganso e Caio Paulista cresceram na partida e passaram a incomodar. O primeiro, com bons passes. O segundo, nas infiltrações. O Santos se limitava a defender para sair nos contra-ataques. Aos 23, em uma jogada despretensiosa de condução de Matheus Martins, ele recebe falta de Sandry na grande área, e o árbitro marca pênalti. Ganso cobra de cavadinha para igualar o resultado.
O Santos sentiu o baque e se desorganizou. Dois minutos após o primeiro gol, sofreu outro. Cano foi lançado no campo do Santos, não conseguiu o domínio, mas Arias pegou a sobra e chutou de longe, para pegar João Paulo desprevenido e adiantado, e virar o jogo.
Atrás no placar, sob os gritos de Lisca no banco, o Santos retomou o protagonismo do jogo e empurrou os cariocas para o campo de defesa. O Peixe levou perigo com bolas aéreas, com uma cobrança de falta de Zanocelo e incomodava pelas pontas com Ângelo e Baptistão. Aos 40, veio o empate. Em uma transição de muita velocidade, Rodrigo Fernández lançou para Ângelo de trivela. O jovem passou rápido para Marcos Leonardo na área do Fluminense. O atacante, de primeira, bateu no ângulo para empatar. O resultado imprevisível até o fim da partida, com as duas equipes abertas, mas terminou mesmo em empate.