
Com crise persistente de soluços, ex-presidente Bolsonaro faz nova cirurgia
Ex-presidente passa pelo quarto procedimento desde o Natal

Retorno ao Congresso é considerado importante para construir de uma boa relação
Em um gesto à nova cúpula do Congresso, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que todos os 12 ministros que são parlamentares vão se licenciar de seus cargos para votarem nas eleições para as mesas da Câmara e do Senado, nos próximos dias 1º e 3 de fevereiro, respectivamente.

Para as presidências, os favoritos, que contam com o aval do Planalto, são Davi Alcolumbre (União-AP) no Senado e Hugo Motta (Republicanos-PB) na Câmara.
Apesar de não haver risco para a vitória dos dois candidatos por causa dos apoios de partidos amarrados, a volta dos ministros ao Congresso é considerada um gesto importante na construção de uma boa relação com os novos presidentes.
Para reassumir o posto de senador e votar em Alcolumbre, vão se licenciar dos cargos os ministros Wellington Dias (Desenvolvimento Social), Camilo Santana (Educação), Renan Filho (Transportes) e Carlos Fávaro (Agricultura).
Já para reforçar a votação em Hugo Motta na Câmara vão deixar temporariamente seus postos Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Luiz Marinho (Trabalho), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), Juscelino Filho (Comunicações), André Fufuca (Esportes), Celso Sabino (Turismo), Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e Marina Silva (Meio Ambiente).

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Limite para acertar a situação junto à Justiça Eleitoral a tempo de votar nas eleições gerais de 2026 é 8 de maio; regularização pode ser feita presencialmente ou pela internet

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