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No Sul do país, movimento está acampado em duas fazendas e realiza protesto na sede do INCRA; ações ocorrem em meio à cobranças por agilidade na reforma agrária
Insatisfeitos com o presidente Lula (PT) pela demora na reforma agrária, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) invadiu terras nesta terça-feira no Rio Grande do Sul e no Pará. No Sul do país, duas fazendas no município de Pedras Altas tem famílias acampadas e militantes se reúnem na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Porto Alegre. Já no Pará, a Estrada de Ferro Carajás em Parauapebas foi interditada.
As iniciativas integram o movimento “Natal com Terra”, que deve contar com novas invasões nos próximos dias, a fim de pressionar o Palácio do Planalto.
Na sede do Incra, 1500 famílias cobram assentamento. “Há mais de 10 anos sem processos de Reforma Agrária, pedem que o Governo Federal acelere o processo de vistorias e compras de terras”, diz nota do MST. A reportagem entrou em contato com o Instituto e aguarda posicionamento.
O movimento vem cobrando a aceleração da reforma agrária perante ao governo federal. A demissão do ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, é uma das reinvindicações.
O governo, por outro lado, tem alegado limitações orçamentárias para atender os pleitos com maior agilidade. Um dos argumentos é que o programa de reforma agrária estava totalmente paralisado desde o governo Michel Temer e que, por isso, há necessidade de os sem-terra compreenderem a conjuntura.
Desde o início do terceiro mandato de Lula, a relação com o MST é de fogo amigo. Neste ano, o movimento encerrou o “Abril Vermelho” contabilizando 35 invasões de terra — número 150% maior que o do mesmo período do ano passado, quando o movimento protagonizou 14 ocupações. Os dados são de um levantamento feito com base em informações disponibilizadas pelo próprio MST.
A média de investimentos do Lula III nesses dois primeiros anos de governo, todavia, é ao menos cinco vezes menor do que os outros períodos em que o PT esteve à frente do país. Os maiores recursos se deram no segundo mandato de Lula, quando a média anual chegou a R$ 3,675 bilhões.
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