
Por unanimidade, plenário do STF derruba lei de SC que proibiu cotas raciais nas universidades
Decisão foi referendada por todos os ministros da Corte

Além da oposição, líder do bloco União Democrático anuncia voto contrário à proposta que visa utilizar imóveis públicos para capitalizar a instituição financeira

Deputados voltaram a pedir explicações relacionadas ao texto do Projeto de Lei nº 2175/2026
Parlamentares presentes à sessão ordinária da Câmara Legislativa, na quarta-feira (25), voltaram a debater a situação do Banco de Brasília (BRB), analisando, principalmente, o teor do Projeto de Lei nº 2175/2026, encaminhado pelo GDF, que prevê a utilização de imóveis públicos para capitalizar a instituição financeira. Além de deputados que fazem oposição ao Palácio do Buriti, Rogério Morro da Cruz (PRD), líder do Bloco União Democrático, anunciou que votará contra a proposição. Na terça (24), o vice-líder do PL, Thiago Manzoni, já havia anunciado rejeição à proposta.
Antes de manifestar sua posição, Morro da Cruz disse ser necessário “refletir como uma gestão irresponsável pode conduzir uma instituição do povo do Distrito Federal a uma situação próxima à falência”. Na avaliação dele, “os parlamentares que concordaram, no ano passado, com a compra do Banco Master pelo BRB foram induzidos ao erro”. “Fomos, sim, enganados”, afirmou, acrescentando, em relação à proposta de venda de imóveis, que “não incorrerá em novo erro”.
Líder da minoria, deputado Gabriel Magno (PT), cobrou do governador explicações sobre declaração “relacionada à venda de imóveis do DF para reforçar o caixa do BRB”, cujo objetivo seria “dar sobrevivência” ao banco. “O que o Ibaneis Rocha quer dizer?”, indagou. O distrital criticou ainda a inclusão, na lista dos terrenos a serem comercializados, de área conhecida como Serrinha do Paranoá, “um local cheio de nascentes”.
Falando em nome do Bloco PSOL/PSB, o deputado Max Maciel (PSOL) questionou o valor sugerido, no PL 2175/2026, para os 11 imóveis listados: cerca de R$ 6,6 bilhões. Segundo o distrital, somente uma área pertencente à Caesb, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), próxima à EPTG, poderia alcançar R$ 10 bilhões. “Na crise, ninguém vai querer pagar o que realmente vale”, comentou. Do mesmo partido, o deputado Fábio Felix tratou do caso como “depredação do patrimônio público”.
Já o líder do PT, Chico Vigilante relatou que acionou o Tribunal de Contas do Distrito Federal para que esclareça o teor e o status de “46 pedidos de investigação relacionados ao BRB que estariam tramitando naquela corte”. Também requereu à Procuradoria Geral do DF que promova ação para bloquear a parte do BRB que, segundo ele, “foi adquirida de maneira fraudulenta pelo Banco Master”.
Agência CLDF

Decisão foi referendada por todos os ministros da Corte

O projeto proíbe o assédio para oferecer produtos e serviços financeiros, por meio de ligações telefônicas, mensagens eletrônicas e publicidade direcionada

Liberação é limitada a período que resta de trégua entre Irã e EUA

O texto será enviado à sanção presidencial