
Saúde amplia assistência materno-infantil no Hospital de Santa Maria
Redução do tempo de espera, reforço das equipes, novos fluxos assistenciais e ações de humanização marcaram o ano na unidade

STF designa que grupo religioso tem direito de se abster de transfusões sanguíneas
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta quarta-feira (25), que as testemunhas de Jeová têm o direito de se abster de transfusões de sangue. A decisão inédita leva em conta os princípios religiosos defendidos por elas. A recusa envolve questões de credo.
As testemunhas de Jeová se ancoram em versículos/trechos do Velho e do Novo Testamento para recusar tratamentos que envolvam a transfusão sanguínea. Isso acontece porque o sangue é considerado um símbolo sagrado da vida para a religião. Essas pessoas evitam, então, “consumi-lo” por quaisquer vias, como forma de obediência e, ao mesmo tempo, respeito a Deus, o ser Criador da vida.
O membro do grupo que aceitar voluntariamente receber uma transfusão e não manifestar arrependimento tende a ser desassociado da religião – uma espécie de excomunhão. Uma vez que ele “abandonou” suas doutrinas, será evitado pelo resto das testemunhas de Jeová.
A lei divina é baseada nestes trechos da Bíblia:
Em Gênesis 9:4, Deus disse a Noé: “Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer.”
Em Levítico 17:14, Deus disse que “Não deveis comer o sangue de qualquer tipo de carne, porque a alma de todo tipo de carne é seu sangue. Quem o comer será decepado da vida.”
Em Atos 15:20, Deus disse: “Abstenham-se do sangue.”
Junto à determinação, os ministros decidiram que o grupo de pessoas que se recusar a fazer procedimentos médicos por preceitos religiosos têm direito a tratamentos alternativos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Eles devem estar disponíveis pela rede pública de saúde, inclusive fora da cidade de residência.

Redução do tempo de espera, reforço das equipes, novos fluxos assistenciais e ações de humanização marcaram o ano na unidade

Ruídos prolongados também afetam crianças pequenas e idosos

DF registrou 69 casos da doença entre janeiro e setembro deste ano; no Brasil, são mais de 11 mil casos e 1,1 mil mortes

Temperaturas acima da média aumentam o risco de gastroenterites, viroses, insolação, desidratação e micoses; especialista do IgesDF orienta como se prevenir
