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A nova unidade da rede pública de ensino foi inaugurada ontem (6). A Escola Classe Morro da Cruz, em São Sebastião, tem capacidade para atender 216 estudantes e está em funcionamento. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, acompanhou o primeiro dia de aula das crianças. A unidade funciona no mesmo prédio do Centro Interescolar de […]
A nova unidade da rede pública de ensino foi inaugurada ontem (6). A Escola Classe Morro da Cruz, em São Sebastião, tem capacidade para atender 216 estudantes e está em funcionamento. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, acompanhou o primeiro dia de aula das crianças.
A unidade funciona no mesmo prédio do Centro Interescolar de Línguas (CIL) de São Sebastião, localizado no Complexo Educacional Zumbi dos Palmares, enquanto a obra de construção da escola não for licitada. Atualmente, a EC Morro da Cruz tem 18 professores. As crianças estão matriculadas na educação infantil (1° e 2° períodos) e no ensino fundamental (anos iniciais). São 12 salas de aulas no turno matutino e seis salas no turno vespertino.
“Esse espaço é muito bom para atender a comunidade. Nossos estudantes estão bem-acomodados enquanto a obra da Escola Classe Morro da Cruz não é licitada. O local está acolhendo e atendendo muito bem as crianças, inclusive as da comunidade Warao”, afirma a secretária Hélvia Paranaguá.
Cláudio Tavares e Ana Clara Vieira, ambos de 9 anos, estão animados com o início das aulas. “Estava com saudade da escola. Estou gostando de tudo”, conta Cláudio, que está no 5º ano do ensino fundamental. “A estrutura da escola é boa, e estou feliz de poder voltar aos estudos”, conta Ana Clara, que cursa o 4° ano.
A Escola Classe Morro da Cruz também recebe 34 crianças do povo Warao, indígenas da Venezuela. A Secretaria de Educação tem trabalhado com adaptação desses estudantes para que ocorra o respeito e a interconexão entre as culturas.
“A secretaria precisa fazer esse trabalho de acolhimento, porque as crianças não se identificam com ensino regular tradicional e a evasão escolar é um desafio. Por isso, estamos fazendo um projeto que busca trazer as crianças para a escola, mas numa perspectiva de ensino que mantenha a cultura e a tradiçãoação”, diz a professora Bárbara Ribeiro.

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