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Iniciativa realizada no Cemab ocorre por meio do projeto Africanidades e Povos Originários
O Centro de Ensino Médio Ave Branca (Cemab) está realizando uma mostra cultural na escola por meio do projeto Africanidades e Povos Originários. O objetivo é promover o conhecimento e a valorização das culturas africanas e dos povos originários do Brasil, destacando suas influências na formação da sociedade brasileira, combatendo preconceitos e fomentando o respeito à diversidade étnico-cultural. As atividades tiveram início na quarta-feira (13) e seguem nos dias 19 e 21 de novembro.
“Esse é um projeto que existe há muitos anos na escola. A cada ano ele foi sendo aprimorado. Então, do ano passado para cá, transformou-se em uma mostra de projetos que os alunos pesquisam para apresentar nesse momento, que são os dias do evento. Ele é importante porque resgata a questão da identidade cultural brasileira, que é afro e indígena”, explica o professor de Filosofia Aurélio Rodrigues.

De acordo com o diretor, André Luiz Schiavolini, o projeto começou pequeno, com algumas apresentações, e foi crescendo ao longo dos anos, envolvendo cada vez mais a comunidade escolar. “Todos os professores se envolvem. Há coordenações onde são discutidos os temas, e cada turma trabalha seu assunto. Depois, as coordenações decidem quem vai avaliar e orientar”, explicou o diretor.
Os estudantes do 1º ano, Sophia Nunes, de 17 anos, e Wendell Fernandes, de 17, apresentaram a temática “A importância do Dia da Consciência Negra e o Dia dos Povos Indígenas: significados e reivindicações”.

“Queremos fomentar a importância dos direitos iguais a todos. Todos têm o direito de ter água, luz e de não serem tratados como se não fossem nada, além de vários outros direitos. Isso é ser semelhante, não deve ser diferenciado de acordo com a cor ou raça ou etnia”, enfatizou Sophia.
Wendell Fernandes complementou. “Acredito que a importância do Dia da Consciência Negra se refere a ter forças para lidar com isso; se um dia você sofreu alguma discriminação, alguma injúria racial, saber que ser diferente não é algo ruim.”
O projeto Africanidades e Povos Originários, tradicional no Cemab, foi homenageado na segunda edição do Prêmio Paulo Freire de Educação, uma iniciativa da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), que ocorreu em agosto, em reconhecimento às suas práticas inovadoras e transformadoras no ensino do Distrito Federal.
*Com informações da SEEDF

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