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Brasileira, de 15 anos, joga por colégio nos Estados Unidos e já atuou nas categorias de base do Botafogo
A grande promessa brasileira no futebol feminino não cansa de marcar gols e dar assistências nos Estados Unidos. Cria da base do Botafogo, Giovanna Waksman, de apenas 15 anos, comemorou em post, na última quinta-feira, os feitos como aluna atleta do “The Pine School”, na Flórida, Estados Unidos. Em constante evolução, ela pode realizar o sonho de jogar a Copa do Mundo feminina de 2027 no Brasil.
Em duas temporadas, Giovanna anotou 83 gols em somente 21 jogos, o que mostra a superioridade dela com atletas da sua faixa etária. Neste ano, ela só pôde atuar em sete jogos, no entanto, fez 30 gols para “não passar batido”. Mesmo assim, foi eleita para a seleção das melhores jogadoras desta temporada no estado da Flórida.
As ausências em boa parte das partidas se justificam por convocações à seleção brasileira sub-17. Na campanha recente do título sulamericano , ela fez cinco gols e quatro assistências em sete jogos.
A joia brasileira foi aos Estados Unidos estudar em um colégio privado reconhecido por aliar o nível acadêmico ao desempenho esportivo. Além de jogar na equipe da “The Pine School”, será a estrela da Botafogo Academy, uma rede de escolinhas que John Textor, dono da SAF alvinegra, planeja inaugurar no estado americano.
A ideia de levar Giovanna para os Estados Unidos partiu de Textor. Desde que assumiu o clube, o empresário acompanhou de perto a trajetória da jovem promessa no clube carioca. Como o alvinegro não tem um time da categoria dela no futebol feminino, a jogadora participava de competições mistas, com o time sub-13 masculino – e só havia ela de menina.

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