
Distritais pedem derrubada de edital da Terracap sobre regularização de área em Vicente Pires
O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Ex-deputado concorreu às eleições municipais da capital cearense e, após perder no primeiro turno, apoiou o adversário de Evandro Leitão (PT)

Derrotado nas eleições municipais de Fortaleza, o ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil) elogiou a gestão do seu antigo adversário e atual prefeito, o petista Evandro Leitão. Segundo o político, que já foi próximo ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tendo inclusive seu apoio em 2020, Leitão acertou ao reduzir seu salário em 20%.
O prefeito tem dito que a gestão anterior, de José Sarto (PDT) teria deixado uma dívida de R$ 60 milhões. Segundo Capitão Wagner, ele teria dado a mesma condução, caso tivesse sido eleito.
— O prefeito Evandro Leitão tomou algumas medidas bem adequadas ao momento político e econômico, quando reduz custos ao município. Se tivesse sido eleito, teria tomado atitudes parecidas para reduzir custos da máquina e priorizar o atendimento ao público — afirmou, durante entrevista à rádio Verdinha FM 92,5.
Candidato nas duas últimas eleições, Capitão Wagner começou ambos os períodos eleitorais em primeiro lugar nas pesquisas, mas terminou desidratando. Em 2020, quando tinha o apoio de Bolsonaro, ficou em segundo lugar. Sarto foi eleito com uma diferença apertada, de menos de 3%.
No ano passado, foi o quarto colocado. No primeiro turno, ele dividiu os votos da direita com o bolsonarista André Fernandes (PL). Após ter sido derrotado, declarou apoio a Fernandes, e chegou a participar de agendas de campanha. Leitão venceu com menos de 1% de vantagem, o equivalente a 10,8 mil votos.
Após a posse, um de seus correligionários, o vereador licenciado Márcio Martins, assumiu a Secretária Regional 10. O União Brasil integra a base de governo.

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Além de prever a guarda compartilhada na separação, texto estabelece regras para a guarda caso não haja acordo

Documentação do chefe da AGU foi encaminhada ao Senado Federal

Cumprindo acordo com os servidores, os deputados aprovaram – com 17 votos favoráveis – o projeto em dois turnos e redação final
