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Recentemente, João Ricardo Bicalho, 34 anos, descobriu uma infecção no pulmão e necessita de transfusão de granulócitos tipo O- Imagem cedida ao Metrópoles A família de João Ricardo Bicalho, de 34 anos, iniciou uma campanha nas redes sociais pedindo doação de sangue para o tatuador. Em dezembro do ano passado, ele foi diagnosticado com leucemia aguda e, […]
Recentemente, João Ricardo Bicalho, 34 anos, descobriu uma infecção no pulmão e necessita de transfusão de granulócitos tipo O-

A família de João Ricardo Bicalho, de 34 anos, iniciou uma campanha nas redes sociais pedindo doação de sangue para o tatuador. Em dezembro do ano passado, ele foi diagnosticado com leucemia aguda e, desde então, está em tratamento contra o câncer. Recentemente, João descobriu uma infecção no pulmão e necessita de transfusão de granulócitos do tipo O-.
Segundo a esposa dele, Rafaela Cortês, há cerca de dois meses, ele recebeu o transplante de medula óssea da irmã. Porém, o procedimento não foi bem-sucedido e ele necessitou continuar a quimioterapia. Por conta do quadro delicado, precisou ser internado novamente, há cerca de duas semanas, no Hospital DF Star.
“Nesse meio tempo, ele pegou uma infecção no pulmão. E, para receber outra doação de medula, ele precisa aumentar a quantidade de granulócitos no sangue e combater o quadro infeccioso. Por isso, estamos em busca desses doadores de sangue compatíveis.”, contou Rafaela.

Os granulócitos são as células sanguíneas responsáveis por combater e eliminar as infecções do nosso organismo. Pacientes submetidos a transplante de medula óssea, em tratamento quimioterápico ou com imunodeficiência grave podem ter queda acentuada do número ou disfunção dessas células.
“A doação de granulócitos é mais rara. Porém, é um procedimento simples, apenas demora um pouco mais. A pessoa tem que tomar um remédio pra estimular a produção da célula no corpo. Durante o procedimento é furada uma veia em cada braço para tirar o sangue”, explica a esposa de João.
A família começou a campanha na última sexta-feira (2/9). Até o momento, João ainda não conseguiu nenhuma doação. “Cada três doadores que passarem pela peneira fina do banco de sangue garantem uma semana de vida ao João. Precisamos de muitos doadores, pois pouco são compatíveis, mesmo portadores de O-“, destaca Ricardo Jarrão, pai do tatuador.
Os interessados em doar os granulócitos devem comparecer ao GSH Banco de Sangue de Brasília, localizado na quadra 915 da Asa Sul. O banco de sangue funciona de segunda a sábado, das 7h às 18h. Não é necessário realizar agendamento.

Fonte: Thalita Vasconcelos/Metrópoles

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