
Distritais pedem derrubada de edital da Terracap sobre regularização de área em Vicente Pires
O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Decisão da Justiça Liberal permitiu que o deputado estadual deixe o partido sem perder o seu mandato

O deputado estadual e filho do ex-senador Requião (Mobiliza), Requião Filho, seguiu o mesmo caminho de seu pai e acaba de se desfiliar do PT. Por decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), o parlamentar pode deixar a sigla fora da janela partidária, sem perder o seu mandato.
Sua carta de anuência foi assinada pela presidente nacional, Gleisi Hoffmann, e pelo estadual, o ex-deputado federal Angelo Vanhoni. Neste contexto, a Justiça interpretou como uma desfiliação de comum acordo. Ao justificar sua desfiliação, o deputado disse que o governo federal quebrou promessas com o Paraná.
— Aqui no Paraná, o PT tem um projeto, mas não é um projeto de Paraná, é um projeto de poder. Infelizmente, o partido tem dono, por isso eles apostam sempre nos mesmos e não querem que ninguém cresça dentro do partido — criticou.
Seu destino político ainda é incerto. Ele ainda avalia convites partidários.
O seu pai, Requião, deixou o PT em março do ano passado. Na ocasião, ele justificou sua saída a partir do alinhamento do presidente Lula (PT) com as privatizações de companhias paranaenses e o apoio a candidatura do deputado federal Luciano Ducci (PSB) na disputa pela prefeitura de Curitiba. Ele também teria se sentido ofendido por ter sido convidado a assumir um cargo na usina hidrelétrica de Itaipu.
O ex-senador se filiou ao Mobiliza e concorreu ao Executivo municipal. Ele chegou a ter intenções de voto nas pesquisas, mas acabou desidratando e alcançando a marca de 1,83%. O candidato apoiado pelo PT ficou em terceiro lugar, com 19,44%.
Egressos do MDB, pai e filho ingressaram no PT pouco antes das eleições de 2022. Requião foi inclusive candidato ao governo do estado, servindo de palanque a Lula no Paraná.

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Além de prever a guarda compartilhada na separação, texto estabelece regras para a guarda caso não haja acordo

Documentação do chefe da AGU foi encaminhada ao Senado Federal

Cumprindo acordo com os servidores, os deputados aprovaram – com 17 votos favoráveis – o projeto em dois turnos e redação final
