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Tricolor tem aproveitamento de apenas 8% sem o camisa 10, que está suspenso do jogo de quinta, contra o Cuiabá
A presença de Paulo Henrique Ganso em campo pelo Fluminense se tornou um fator decisivo para o Fluminense neste Campeonato Brasileiro. No entanto, o time se vê diante de um desafio crítico: a ausência de seu principal articulador na próxima partida, quinta-feira, contra o Cuiabá, no Maracanã. Se conseguir a vitória, será um feito inédito, já que o tricolor ainda não venceu pelo Brasileirão sem seu camisa 10.
Ganso foi expulso nos acréscimos do segundo tempo no empate em 1 a 1 com o Athletico, no último domingo, em Curitiba, após ter dado um empurrão em Cannobio.
Ao analisar o desempenho do Fluminense ao longo do Brasileiro, fica claro o peso da presença de Ganso no meio-campo. Com o camisa 10 atuando, o Fluminense disputou 32 partidas, conquistando 39 pontos (10 vitórias, nove empates e 13 derrotas), o que representa um aproveitamento de 40%.
No entanto, quando Ganso não está disponível, o time apresenta um desempenho alarmante. Em quatro jogos sem o meia, o tricolor somou apenas um ponto, resultado de um empate e três derrotas. Ou seja, o aproveitamento do time sem o jogador despenca para 8%. Do total de partidas, nove foram com Fernando Diniz à frente da equipe e 23 sob comando de Mano Menezes.
Ganso é o responsável por conduzir as jogadas, distribuir passes que criam espaço no ataque e manter a posse de bola no meio-campo. Sem ele, o time perde a fluidez no meio-campo e, consequentemente, a criação de oportunidades no ataque.
A partida contra o já rebaixado Cuiabá é crucial para o time se livrar de vez do risco de queda à Série B. Uma vitória no Maracanã, aliada a resultados adversos dos rivais Bragantino e Criciúma, garantirá a permanência o Fluminense na Série A.
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O técnico Mano Menezes tem algumas opções para suprir a ausência do meio-campista. A solução mais direta seria colocar Lima, que é o substituto natural de Ganso no esquema do time.
Outra alternativa seria apostar em Renato Augusto para a função de armador, ou até mesmo recuar Jhon Arias para a posição de organizador, com a possibilidade de reforçar o ataque com mais um jogador.

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