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A Instituição assume a gestão e conduzirá um espaço dedicado à gastronomia e qualificação profissional
A Casa de Chá terá uma nova administração. Nesta terça-feira (16), o Governo do Distrito Federal (GDF) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio) assinaram um acordo para que a instituição assuma a gestão do local e conduza um espaço dedicado à gastronomia e à qualificação profissional com a promoção de cursos na área.
A cafeteria-escola, como é chamada, é um projeto que está em andamento desde o ano passado. Agora, ocorre a formalização para a Casa de Chá ser administrada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A expectativa, segundo prevê o acordo, é de que a operação comece em junho.
Com a parceria entre o GDF e a Fecomércio, a Casa de Chá terá toda mão de obra proveniente dos cursos ministrados pelo Senac, desde garçons e chefs, até atendentes e os demais necessários para operação do local.

Ao assinar o acordo, previsto para durar inicialmente dois anos – podendo chegar a até dez –, o governador Ibaneis Rocha destacou a importância do espaço para a Praça dos Três Poderes, um dos cartões postais mais icônicos da capital federal.
“É uma grande entrega para o Distrito Federal, fruto de mais uma parceria que nós fazemos com o setor privado, com a Fecomércio e o Senac. Será um espaço totalmente revitalizado, assim como a gente espera, também, revitalizar toda a Praça dos Três Poderes. Para isso, estamos com uma parceria com o governo federal para que eles nos entreguem o projeto de revitalização e a gente espera estar aqui no mês de junho abrindo esse espaço para toda a população do DF e que nos visita”, disse.

Na ocasião, o gestor também ressaltou o crescimento do turismo no DF. “Nós temos hoje, graças a Deus, um turismo que está cada vez mais pujante. Nossos hotéis estão ficando cheios, com uma boa ocupação, e a gente espera com isso melhorar a qualidade do emprego também na nossa cidade. Turismo é muito importante para emprego e renda. E a gente vem trabalhando focado nessa questão”, completou o governador.
Presente na cerimônia, o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, elogiou o acordo. “Hoje é um dia histórico para Brasília. A ideia é que aqui seja um espaço acolhedor, um espaço aprazível, onde as pessoas possam conhecer a Praça dos Três Poderes. Depois, venham tomar um café, venham com a família tomar um chá. Estamos dando vida ao local que faz parte da história de Brasília, da nossa rota cívica”, avaliou o titular da pasta.
A Casa de Chá abre ao público diariamente, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Dentro dela, funciona o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), reinaugurado em 2019. O espaço foi pintado, o mármore do piso, polido, e as paredes receberam limpeza específica para o mármore bruto. Além disso, o mapa, localizado em frente ao Centro de Atendimento, que estava com a imagem queimada e apagada devido à ação do tempo, foi trocado. O mobiliário e decoração da unidade foram cedidos por designers da cidade.
Presidente do Sistema Fecomércio-DF e do Conselho Regional do Senac-DF, José Aparecido Freire considera o convênio um marco: “Estamos devolvendo para Brasília esse importante ponto turístico, que vai dar mais condições para a circulação de pessoas, trazendo uma lanchonete para que as pessoas tenham, também, um lugar para se sentar, para tomar uma água, um café, que hoje não existe. É uma parceria extremamente importante para o turismo do Distrito Federal”.

Para o diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, o espaço será de grande importância para a formação de novos profissionais do ramo. “O Café-escola do Senac na Casa de Chá representa a formação profissional. Nós vamos ter profissionais do mercado, contratados pelo Senac fazendo serviço, e alunos fazendo estágio supervisionado, aperfeiçoando a prática que ele aprende na sala de aula e em atendimento direto ao público”, defendeu.
A Casa de Chá foi projetada por Oscar Niemeyer e intitulada à época de restaurante da Praça dos Três Poderes, como ele mesmo definiu em seu livro Quase Memórias. Entre 1965 e 1966, o arquiteto retornou ao Brasil no período da ditadura e projetou o espaço, que serviu para muitos encontros, inclusive o de trabalhadores que frequentavam o local após um dia de trabalho e se juntavam para rodas de violão e cantoria. O local viveu o auge entre os anos 1970 e 1980.

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