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A Polícia Civil de Abadiânia, concluiu nesta sexta-feira (15) o inquérito que apurava o crime de violação sexual mediante fraude supostamente praticado pelo médico ginecologista Nicodemos Júnior Estanislau Morais, de 41 anos A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia (DP) de Abadiânia, concluiu nesta sexta-feira (15/10) o inquérito que apurava o crime de […]
A Polícia Civil de Abadiânia, concluiu nesta sexta-feira (15) o inquérito que apurava o crime de violação sexual mediante fraude supostamente praticado pelo médico ginecologista Nicodemos Júnior Estanislau Morais, de 41 anos
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia (DP) de Abadiânia, concluiu nesta sexta-feira (15/10) o inquérito que apurava o crime de violação sexual mediante fraude supostamente praticado pelo médico ginecologista Nicodemos Júnior Estanislau Morais, de 41 anos. Os abusos sexuais teriam ocorrido contra quatro mulheres de Abadiânia, onde ele atendia em uma clínica, durante os meses de julho, agosto e setembro deste ano.

Suspeito já havia sido detido, na última semana e levado à Delegacia da cidade. Policiais representaram ainda pela manutenção da prisão preventiva
O ginecologista acabou preso preventivamente, na sexta-feira passada (8), sendo encaminhado ao núcleo de custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. Ele foi preso em casa, em Anápolis, e depois levado para Abadiânia, onde foi ouvido na delegacia e passou por audiência de custódia no fórum da cidade.
Na finalização do inquérito, além de ser indiciado por violação sexual mediante fraude, cuja pena em abstrato varia de 2 a 6 anos de reclusão, a autoridade policial representou pela manutenção de sua preventiva. Com isso, os autos do inquérito agora serão encaminhados ao Poder Judiciário para dar andamento à persecução penal.

Divulgação/PCGO
A divulgação da imagem e identificação do preso foi procedida nos termos da Lei nº 13.869/2019 e da Portaria nº 547/2021 – PC, conforme despacho fundamentado do(a) Delegado(a) de Polícia responsável pelo inquérito policial, de modo que a publicidade de sua imagem possa auxiliar no surgimento de eventuais novas vítimas, com fulcro na primazia do interesse público e da investigação.

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