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Padilha chamou parlamentares para um encontro que vai discutir a agenda no Congresso
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, convidou os líderes da base do governo no Congresso para uma reunião na quarta-feira no Palácio do Planalto. Na pauta do encontro, está a discussão das prioridades do governo no Congresso ao longo do ano, como a aprovação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. A reunião ocorre em meio ao debate sobre a reforma ministerial e após o presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmar que o Executivo precisa cortar gastos e dizer que os atos de 8 de janeiro não foram uma tentativa de golpe.

O Planalto só vai divulgar a lista de prioridades após a reunião com o objetivo de buscar aval dos congressistas para avançar nos projetos de interesse do governo. A estratégia também é um gesto aos parlamentares para tentar construir uma pauta em conjunto e levar a público apenas os textos que tiverem chances reais de avançarem na Câmara e no Senado. Na semana passada, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) levou ao Congresso uma lista com 25 projetos que julga prioritários, como a isenção do IR, limitação a supersalários e regulamentação das big techs.
É a primeira vez que a articulação política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne com líderes das legendas aliadas ao governo em 2025. O encontro ocorrerá em um momento em que Lula reflete sobre mudanças no primeiro escalão e legendas pressionam por mais espaço em ministérios.
Como mostrou O Globo, a indefinição na reforma ministerial tem acentuado a disputa por espaços entre partidos e integrantes do governo, isso porque Lula ainda não esclareceu as possibilidades reais às legendas. As principais indefinições envolvem PSD, PP e União Brasil e os espaços que essas legendas ocuparão após o rearranjo no comando dos ministérios. No Planalto, a expectativa é de que mudanças de fato ocorram apenas em março.
Nessa fase de indefinição, até mesmo um ato falho de Lula é lido como mensagem cifrada pelos partidos que devem ser impactados pela dança nas cadeiras. Na última quarta-feira, enquanto dava entrevistas a rádios de Minas Gerais, Lula respondeu sobre a chance de o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) virar ministro e citou o Ministério do Turismo como um dos comandados pelo PSD. A pasta, no entanto, tem à frente Celso Sabino, do União Brasil:
O PSD, partido de Gilberto Kassab, ocupa três ministérios no governo Lula — Minas Energia, Pesca e Agricultura. Nas últimas semanas, Kassab indicou a integrantes do governo que deseja trocar a pasta da Pesca, que tem André de Paula à frente, pela do Turismo, que pertence ao União Brasil. O Turismo tem um orçamento três vezes superior ao da Pesca, de acordo com a previsão deste ano enviada ao Congresso e ainda não votada. O volume inclui a possibilidade de direcionar verbas para atividades que atraem atenção do eleitorado, como shows e eventos.
Além das iminentes mudanças no primeiro escalão, o governo convive com os recados emitidos por Motta logo na primeira semana na presidência da Câmara. Em entrevista ao Globo, ele afirmou que Lula não pode falar para a “bolha”, como fez o ex-presidente Jair Bolsonaro, e defendeu que o governo corte gastos.
Em outra entrevista, ele disse que o 8 de janeiro não foi uma tentativa de golpe e defendeu que não haja “exageros” nas penas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos condenados. A fala foi criticada por governistas, que estão preocupados com um possível estímulo ao projeto que prevê anistia para os envolvidos no ataque às sedes dos três Poderes.
— Negar a tentativa de golpe de 8 de janeiro é um verdadeiro absurdo depois de tantas provas obtidas na CPI do Congresso e nas investigações do STF. Enquanto ficarmos passando o pano em golpistas vamos continuar vivendo sob ameaças — disse o deputado Carlos Zarattini (PT-SP).

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