
Primeiro caso de ebola é confirmado no Quênia; paciente veio do Congo e faleceu
Segundo autoridades, homem morre em Nairóbi após Quênia confirmar caso inédito de ebola
Cartilha elaborada pela Secretaria de Saúde apoia pacientes e familiares
A Secretaria de Saúde (SES-DF) lançou um guia prático para orientar pais, cuidadores e profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) no manejo da dermatite atópica, também conhecida como eczema atópico. A publicação reúne recomendações atualizadas de fontes nacionais e internacionais, em linguagem acessível e adaptada à realidade das famílias atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica, de origem alérgica e hereditária, que causa ressecamento, coceira, descamação e vermelhidão na pele. Apesar de ser a forma mais comum de dermatite, a condição ainda é cercada de mitos.
“Muitas pessoas acreditam que se trata de uma doença contagiosa, mas isso não é verdade. Esse estigma provoca constrangimento e sofrimento emocional, principalmente em crianças e adolescentes. O guia vem justamente para ampliar a informação e fortalecer a rede de apoio às famílias”, explica o médico José Ramos, referência técnica distrital em Saúde da Família e Comunidade.
O guia reúne medidas simples e eficazes para o controle da doença, como a hidratação contínua da pele, o uso correto de corticoides tópicos, o reconhecimento precoce de sinais de infecção e a técnica do pijama úmido. Também orienta a evitar fatores desencadeadores, como banhos quentes, exposição a poeira, mofo, ácaros, pólen e situações de estresse.
Segundo Ramos, a informação correta pode transformar o cuidado: “Quando a família entende como cuidar da pele em casa, conseguimos reduzir o número de crises, melhorar a adesão ao tratamento e aumentar a qualidade de vida. É uma forma de tornar o SUS mais resolutivo e próximo da comunidade”.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 35% da população mundial conviva com algum tipo de alergia e projeta que, até 2050, metade da população poderá ser afetada. No Brasil, milhões de pessoas vivem com dermatite atópica em diferentes graus.
Além do impacto clínico, a doença pode trazer consequências sociais. A visibilidade das lesões, especialmente em crianças, pode gerar isolamento, bullying e baixa autoestima. Para Ramos, combater a desinformação é essencial: “O conhecimento é o primeiro passo para quebrar preconceitos e garantir acolhimento”.

A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica, de origem alérgica e hereditária, que causa ressecamento, coceira, descamação e vermelhidão na pele. Foto: Divulgação Agência Saúde DF
O documento foi produzido a partir de referências reconhecidas, como o UpToDate (2025), o Guia prático de tratamento da dermatite atópica grave da Asbai/SBP (2023) e o Tratado de Pediatria (2025). Todo o conteúdo foi adaptado ao contexto da Atenção Primária, respeitando princípios de equidade, integralidade e ética em saúde.
A SES-DF informa que o material já está disponível para profissionais e será distribuído em unidades básicas, escolas e canais digitais da pasta, fortalecendo a rede de cuidado e o combate à desinformação.
*Com informações da Secretaria de Saúde

Segundo autoridades, homem morre em Nairóbi após Quênia confirmar caso inédito de ebola

Inspeção constatou as correções das não conformidades

Agência também suspendeu comércio de peptídeos sem registro

Condição rara causa o acúmulo de gordura nas células e afeta órgãos como rins, coração e sistema nervoso