
GDF libera R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio
A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio

Ministro participou de evento no Rio e defendeu cooperação para superar divergências
Em discurso a representantes do mercado de seguros, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a importância do diálogo e da cooperação para aprimorar a legislação, com o novo marco do setor de seguros. O ministro citou duas leis que devem transformar o setor no país.
A primeira delas, disse ele, estava há 20 anos em discussão no Senado, até que foi aprovada na casa e retornou à Câmara dos Deputados para deliberação final.
— Essa lei vai ajudar muito vocês porque vai ficar mais fácil para uma pessoa contratar um seguro. Nós estamos afastando uma série de incertezas que o segurado tem na hora de assinar o contrato, os prazos, as informações que ele presta para a seguradora. Tudo isso está disciplinado na lei para oferecer garantia— afirmou.
Haddad também mencionou uma segunda lei, já aprovada na Câmara, que regulamenta cooperativas de seguros e associações, incluindo mais de 3 mil atividades no sistema formal do setor.
O ministro, convidado para a solenidade de abertura do 23º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, foi recebido com vaias durante o início de seu discurso. O congresso reúne políticos, autoridades e representantes das corretoras de seguros no Rio. Em resposta, o ministro frisou o diálogo, “independentemente de diferenças políticas ou ideológicas”:
— Se nós, independentemente de religião, time de futebol ou partido político, sabemos que tem uma coisa mais importante do que as nossas divergências, que é a reconstrução do Brasil, nós podemos fazer muito. E se nós adotarmos um diálogo como premissa e tivermos abertura na mesa para negociar textos de lei, nós podemos aprimorar a legislação no sentido de permitir que esse ciclo se desenvolva no Brasil.
O presidente da Fenacor, Armando Vergílio, manifestou apoio a Haddad:
— Há muito não via um ministro tão interessado em solucionar os problemas do setor — disse.

A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio

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