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Haddad representou o Brasil na Conferência do Fundo Monetário Internacional (FMI) em giro pelo Oriente Médio

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira que espera uma queda na inflação em breve diante da redução do dólar frente ao real e do aumento da safra de alimentos.
— Quando o dólar está muito forte no mundo inteiro, ele causa inflação no mundo inteiro, porque parte do que a gente produz é exportado, então os preços intenrancionais acabam balizando isso. Mas com a queda do dólar que aconteceu nos últimos 60 dias, 30 dias, começou a cair o dólar para patamares mais aderentes aos fundamentos da economia brasileira e com safra que vai entrar a partir do final do mês, nós acreditamos que esses preços vão se estabilizar em um patamar mais adequado. Entendemos que vamos colher bons frutos no combate à inflação, inclusive no que diz respeito aos alimentos — disse em entrevista ao canal ICL Notícias.
Haddad voltou ao Brasil na madrugada desta quinta, após fazer giro pelo Oriente Médio, e representar o Brasil na Conferência do Fundo Monetário Internacional (FMI) em sua primeira viagem internacional de 2025.
Na Conferência do FMI em Al-Ula, na Arábia Saudita, Haddad disse que a inflação no Brasil está em torno de 4% a 5%. Segundo ele, este patamar é “relativamente” dentro da normalidade para o que a economia brasileira registrou após a implementação do Plano Real.
— O Brasil tem feito um trabalho, tentando encontrar um caminho de equilíbrio e sustentabilidade mesmo em fase de um ajuste importante. O Brasil deixou uma inflação de dois dígitos há três anos. Hoje temos uma inflação em torno de 4% a 5%, que é uma inflação relativamente normal para o Brasil desde o Plano Real há 26 anos — disse em discurso nesta segunda-feira.
Na maior crise de popularidade dos seus três mandatos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentará a aposta em medidas econômicas que, na avaliação do governo, podem ajudar a reverter o cenário e melhorar o ambiente para 2026, ano eleitoral.
O entorno do titular do Palácio do Planalto avalia que o lançamento do Gás para Todos, a aprovação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês e a mudança no crédito consignado privado rendam frutos políticos nos próximos meses. Além disso, o Executivo já anunciou a gratuidade completa de medicamentos no programa Farmácia Popular e conseguiu destravar o pagamento do Pé-de-Meia, que dá bolsas a estudantes do ensino médio.
Só o impacto fiscal da desoneração do IR é estimado pela equipe econômica em R$ 35 bilhões. Nesse caso, porém, o governo pretende apresentar uma forma de compensação, que deve ser baseada no aumento da tributação dos mais ricos, o que enfrenta resistência no Congresso. Se aprovada este ano, contudo, a ampliação da faixa de isenção só começa a valer em 2026.

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