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Total atingido chegou a 1.433 hectares, o que corresponde a 3% da Área de Proteção Ambiental; 200 bombeiros atuam diariamente para eliminar foco de incêndio na região
Os incêndios florestais que atingem o Parque Nacional de Brasília no mês de setembro seguem controlados e, atualmente, estão restritos a um setor da Área de Proteção Ambiental. É o que afirma o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), Sandro Gomes, em entrevista ao GDF de Ponto a Ponto, podcast da Agência Brasília.
O principal desafio para combater esse foco específico é evitar que as chamas voltem a se alastrar. O ponto ativo é um fogo subterrâneo, que consome o material combustível acumulado embaixo da terra. O incêndio está localizado em uma região de mata de galeria, ou seja, uma área de vegetação que acompanha córregos e os cursos de rios de pequeno porte, formando corredores fechados, chamados de galerias, sobre os cursos d’água.
O trabalho para eliminar o foco de incêndio é coordenado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e conta com o apoio de 200 bombeiros que atuam diariamente nas dependências do parque. “O fogo está controlado. Nós estamos tendo um pequeno incêndio na mata de galeria. Nosso grande receio é que ele passe para a vegetação mais baixa e mais seca. Mas, está confinado e restrito a um setor”, disse o comandante-geral dos bombeiros.

Durante a entrevista, Sandro Gomes falou do empenho dos bombeiros no combate aos incêndios florestais | Foto: Divulgação/Agência Brasília
O combate à queimada no Parque Nacional de Brasília teve início em 15 de setembro. Os incêndios começaram próximo à região do Córrego do Bananal e da unidade de captação de água da Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb). As chamas se alastraram rapidamente pelo terreno em razão do clima quente e seco e consumiram 1.433 hectares de vegetação, o que corresponde a 3% da área do Parque Nacional de Brasília. A suspeita é que o incêndio tenha sido criminoso.
Além do Corpo de Bombeiros, a operação de combate é feita pelo Brasília Ambiental, pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pelo Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
“Se a gente não tivesse uma ação prévia e rápida, o fogo poderia ter atingido uma área maior do parque. Se a gente não tivesse controlado, ele iria atingir praticamente metade do parque”, explicou Sandro Gomes. “Os bombeiros tiveram todo o empenho para fazer o combate. Não tem como não ter sido humano. Nenhum fogo começa do nada se não tiver uma ação externa. Não houve registro de chuvas ou raios para que o incêndio tenha começado de forma natural”, complementou.
Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o total de vegetação do Parque Nacional atingido em 2024 está abaixo do recorde histórico, registrado em 2007, quando 14.152 hectares do Parque Nacional foram queimados. O ano de 2010 aparece na sequência. Na época, 15.678 hectares de vegetação foram atingidos pelas queimadas. Em 2022, o total da área atingida do parque foi de 11.218 hectares.

Atuação da instituição garantiu mais de 82 mil transfusões de sangue na rede pública de saúde do Distrito Federal

Datas foram publicadas no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (31)

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