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Levantamento foi realizado a três semanas do primeiro turno, em meio a embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso Master

A três semanas do primeiro turno das eleições deste ano, a nova pesquisa Quaest mostra que o índice de aprovação do atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manteve estável em 43%, mesmo após os recentes desdobramentos da crise no STF e a repercussão do caso envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Divulgada nesta segunda-feira, a pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O GLOBO.
O número foi o mesmo da última pesquisa, divulgada no dia 7 de setembro, embora sua aprovação tenha tido um leve recuo na comparação com o levantamento anterior, de 2 de setembro, quando havia ficado em 45%. Já nos dados de 14 de agosto, a aprovação estava em 46%.

A desaprovação também se manteve estável em 50%, embora esse número tenha recuado em relação às pesquisas de 2 e 7 de setembro, quando vinha se mantendo em 48%.
A Quaest foi realizada entre os dias 10 e 13 de setembro e cadastrada junto à Justiça Eleitoral com o código BR-03607/2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e a taxa de confiança é de 95%.
O levantamento mede os desdobramentos mais recentes da crise no STF, que opôs os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, relator do caso Master. A derrubada do sigilo do material das investigações, solicitada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, veio no contexto das tensões no tribunal.
A pesquisa também ocorre após a repercussão do chamado caso Lulinha, em que a Polícia Federal apura se o filho do presidente teria usado sua influência para favorecer empresas em negócios com o Ministério da Saúde, a Dataprev e outros órgãos públicos. As investigações surgiram a partir de suas relações com pessoas envolvidas no esquema de fraudes do INSS, mas ele não foi indiciado por participação nos desvios. A defesa nega irregularidades.
BS20260914132702.1 – https://extra.globo.com/politica/noticia/2026/09/indice-de-aprovacao-do-governo-lula-fica-estavel-na-quaest-mesmo-apos-crise-no-stf-e-desgastes-com-caso-lulinha-veja-serie.ghtml

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