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Aposentados e pensionistas têm a possibilidade de reduzir a quantidade de parcelas e até mesmo as taxas de juros. Veja como economizar! Com o aumento no preço dos itens de consumo básico em decorrência da inflação alta, toda e qualquer forma de economia é válida para garantir um dinheiro extra no final do mês. No caso […]
Aposentados e pensionistas têm a possibilidade de reduzir a quantidade de parcelas e até mesmo as taxas de juros. Veja como economizar!
Com o aumento no preço dos itens de consumo básico em decorrência da inflação alta, toda e qualquer forma de economia é válida para garantir um dinheiro extra no final do mês. No caso de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), fazer a portabilidade de um empréstimo consignado pode proporcionar um alívio nas contas.

Segundo a economista e professora do Ibmec RJ, Ana Beatriz Moraes, neste sentido, os segurados têm a possibilidade de reduzir a quantidade de parcelas e até mesmo as taxas de juros.
“Como a portabilidade aumenta a competição entre os bancos, melhores condições ou taxas podem favorecer o segurado em termos de redução da parcela e dos juros. A portabilidade só costuma ser benéfica se a instituição que vai assumir o contrato oferecer taxas de juros mais baixas. Assim, ela permite a redução do valor da parcela, o que vai aliviar o peso no bolso do segurado. Além disso, se quitar o empréstimo, o segurado terá pago menos juros, e logicamente, perdido menos dinheiro”, esclareceu a especialista.
Ou seja, só há vantagem em fazer a portabilidade de um empréstimo consignado caso as taxas de juros praticadas no novo contrato sejam mais atrativas e o valor total do empréstimo, consequentemente, fique menor depois da negociação. Além disso, a diminuição do número de parcelas deve ser levado em consideração. Se houver redução, então a portabilidade também será vantajosa.
Outro ponto que deve ser levado em consideração é o tempo de vencimento do contrato atual. Se restarem poucas prestações, por exemplo, a renovação do empréstimo pode não valer a pena. Informar-se a respeito do atendimento do novo banco cuja dívida será encaminhada também é importante para evitar dores de cabeça na hora de tentar resolver alguma dúvida.
Após tomar a decisão de solicitar a portabilidade de um consignado, o aposentado ou pensionista deve começar a pesquisar as melhores condições e taxas que os outros bancos têm a oferecer. Em alguns casos, o banco de origem da dívida pode apresentar uma contraproposta, que muitas vezes pode ser vantajosa.
Depois de decidir pela melhor oferta, o cliente deve formalizar o pedido e seguir os procedimentos de transição, que varia de banco para banco. Vale dizer que a primeira coisa na hora de se fazer a portabilidade é reunir informações sobre o contrato atual diretamente com a instituição credora.
Dentre a documentação que deve ser repassada ao novo banco, deve-se incluir: o número do contrato, a quantidade de parcelas mensais, o saldo devedor, prazos, as taxas de juros e a modalidade de crédito.
Fonte:

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