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O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Troca de farpas entre os dois teria começado após ausência do governador em evento no Palácio do Planalto
O governador Romeu Zema (Novo) rebateu na manhã desta quinta-feira uma crítica feita a ele pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva relacionada à proposta de renegociação da dívida de Minas Gerais. A troca de farpas entre os dois aconteceu após a ausência de Zema em um evento no Palácio do Planalto para a assinatura do contrato de concessão da BR-381, localizada no estado.
Na ocasião, Lula afirmou que “talvez só Jesus Cristo” faria o que o governo fez para “os estados que não pagavam a dívida”, em referência à sanção de uma proposta para zerar os juros dos pagamentos feitos pelos estados à União.
Em resposta à crítica, Zema escreveu em um post no X nesta manhã que “Jesus Cristo perdoaria todas as dívidas e jamais cobraria juros abusivos de quem ajuda a construir o Brasil”. O governador também disse que o estado deve “honrar com todas as suas obrigações”, mas afirmou que espera que parlamentares derrubem os vetos do presidente à proposta original de renegociação da dívida dos estados.
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Mais cedo, Zema também foi criticado pelo ministro Rui Costa, da Casa Civil, ao ser questionado sobre os desdobramentos da renegociação das dívidas dos estados. Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, o titular da pasta acusou o governador de pedir que a União se responsabilize por dívidas que ele teria contraído junto a bancos privados e organismos internacionais.
— O governador de Minas queria que o governo federal pagasse as dívidas do Estado com os bancos privados. O que você [contribuinte federal] tem a ver com a dívida que ele [Romeu Zema] contraiu com outros bancos privados e internacionais? — disse Rui.
Horas depois, a ausência de Zema na cerimônia no Palácio do Planalto também foi criticada pelo titular da pasta dos Transportes, Renan Filho (MDB). Durante o evento, o ministro afirmou que não compreendia a postura do governador, que teria cobrado investimentos no estado, mas não estava presente naquele momento.
— Uma pena que o governador de Minas não esteja aqui. Vi o governador cobrando investimentos, mas não o vejo aqui neste momento. Parece que a cobrança é mais política e menos pela obra. Isso apequena o gestor público — declarou o ministro.
Em seguida, Zema retrucou nas redes sociais e disse que não “perde tempo com eventos burocráticos”:
“O PT prometeu essa mesma obra nos 188 meses de governo, mas não entregou. Por isso, quando for colocar máquina na pista, fiscalizar ou inaugurar trechos da obra na BR-381, eu estarei à disposição. Meu foco é trabalhar, não perder tempo com eventos burocráticos”, escreveu o governador.

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Além de prever a guarda compartilhada na separação, texto estabelece regras para a guarda caso não haja acordo

Documentação do chefe da AGU foi encaminhada ao Senado Federal

Cumprindo acordo com os servidores, os deputados aprovaram – com 17 votos favoráveis – o projeto em dois turnos e redação final
