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O ex-sacerdote católico foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão por atentado violento ao pudor contra um coroinha em Araras, no interior de São Paulo
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A Justiça de São Paulo determinou, nesta quarta-feira, a prisão do ex-padre Pedro Leandro Ricardo, de 56 anos. O ex-sacerdote católico foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão por atentado violento ao pudor contra um adolescente, que era coroinha em Araras, no interior de São Paulo. O mandado de prisão, expedido pela 1ª Vara Criminal de Araras, é resultado do trânsito em julgado da sentença — situação em que não há mais possibilidade de recurso. Até o início da noite desta quinta-feira, o mandado ainda constava como não tendo sido cumprido no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). O processo corre em segredo de Justiça, por envolver crimes sexuais contra menores.
Os crimes ocorreram entre 2005 e 2006, quando Pedro Leandro Ricardo era pároco na Paróquia São Francisco de Assis, em Araras. Em dezembro de 2019, o então padre da Diocese de Limeira foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por atentado violento ao pudor contra quatro vítimas, a mais nova com 11 anos. À época da denúncia, Pedro Leandro foi ouvido pela polícia e negou ter tido envolvimento homoafetivo com qualquer pessoa e afirmando ter sempre mantido o voto de celibato.
O processo sobre os crimes foi iniciado em março de 2020 e, em maio de 2022, o ex-sacerdote foi condenado a 21 anos de prisão por atentado violento ao pudor contra duas das vítimas — sobre as outras duas, a Justiça decretou a extinção da punibilidade, ou seja, o crime já estava prescrito. O delito foi revogado do Código Penal em 2009, mas ainda é usado para punir acusados de crimes anteriores à mudança na legislação. O Tribunal de Justiça de São Paulo, porém, acolheu um recurso da defesa e Pedro Leandro teve a pena reduzida para 10 anos e 6 meses, referente a apenas uma vítima.
No momento da condenação, Pedro Leandro Ricardo já havia sido demitido do estado clerical pelo Papa Francisco, sendo proibido de exercer o sacerdócio. As denúncias de abuso sexual contra menores vieram à tona em 2019, após uma reportagem da revista “Veja” publicar relatos de vítimas e um dossiê produzido por uma advogada de Limeira, Talitha Camargo da Fonseca, ser enviado ao Vaticano. O documento continha relatos de abuso contra menores, corrupção e assédio moral, com relatos de pessoas que contavam ter sido abusadas pelo então padre.
BS20250828235924.1 – https://extra.globo.com/brasil/noticia/2025/08/justica-de-sao-paulo-determina-a-prisao-de-ex-padre-condenado-por-abuso-sexual-contra-adolescente.ghtml

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