
‘Minha mãe me bateu várias vezes’: assim como Lorena, de ‘Três Graças’, veja histórias reais de pessoas rejeitadas pela família
Representantes da comunidade LGBTQIA+ contam experiências quando foram expulsos de casa e como deram a volta por cima

Decisão do STJ rejeita tese de que ex-BBB não teria percebido falta de consentimento; relator destaca que vítima gritou e tentou se desvencilhar de agressões
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2026/J/1/pKdpg8TzAeANFVMP2Oig/felipeprior-1767331238-3800972376864012105-294192513.jpg)
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação do ex-BBB Felipe Prior por estupro e confirmou a pena de oito anos de prisão em regime semiaberto. A decisão foi proferida pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca em dezembro, que negou recurso apresentado pela defesa do arquiteto contra a sentença já confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
Condenado pelo crime ocorrido em 2014, durante um evento universitário, Prior responde a outros processos por violência sexual. Mesmo após as decisões desfavoráveis na Justiça, ele segue negando as acusações e recorre em liberdade.
No recurso analisado pelo STJ, os advogados de Prior sustentaram que não houve violência ou grave ameaça e que o episódio teria sido resultado de um “dissenso” durante a relação sexual. A defesa também alegou que o ex-BBB teria interpretado de forma equivocada o comportamento da vítima, o que configuraria “erro de tipo”, quando o autor não tem consciência de estar cometendo um crime. Os argumentos, no entanto, foram rejeitados.
Segundo o relator, ficou comprovado no processo que a vítima pediu diversas vezes para que o réu parasse, tentou se desvencilhar e chegou a gritar, mas foi contida fisicamente. Para o ministro, esse conjunto de elementos caracteriza violência suficiente para configurar o crime de estupro.
O magistrado também destacou que, quando há negativa clara e verbal da vítima, não há espaço para alegação de confusão ou consentimento presumido. Além disso, o STJ entendeu que não poderia reavaliar as provas do processo, já analisadas pelas instâncias inferiores.
A pena de Prior havia sido fixada inicialmente em seis anos de prisão, mas foi ampliada para oito anos em setembro de 2024, após julgamento em segunda instância no TJ-SP. No dia em que teve a condenação confirmada e a pena aumentada, o ex-BBB publicou uma mensagem religiosa nas redes sociais: “Enquanto você ora, Deus cuida de tudo!”, sem mencionar diretamente a decisão judicial.
De acordo com o Ministério Público, o crime ocorreu após uma festa universitária, quando Prior deu carona à vítima e a uma amiga. Depois de deixar a colega em casa, ele seguiu com a jovem, que estava alcoolizada, e a estuprou em uma rua próxima à residência dela.
BS20260123192039.1 – https://extra.globo.com/entretenimento/noticia/2026/01/justica-nega-recurso-e-mantem-condenacao-de-felipe-prior-a-8-anos-por-estupro.ghtml

Representantes da comunidade LGBTQIA+ contam experiências quando foram expulsos de casa e como deram a volta por cima

Veja o que os astros revelam sobre a sexta-feira de cada nativo do zodíaco

Protagonista de 'O agente secreto', o ator também apostou sua carreira nas séries

Longa-metragem aparece em 16 categorias da premiação e concorre, inclusive, com o representante do Brasil
