
Déficit primário de 2026 deve somar R$ 52 bi com conta de precatórios, diz governo
Execução do Orçamento foi enviado ao Congresso Nacional

Resultado é o mais elevado desde 2018. Ganho real médio do trabalhador subiu 1,37% no ano passado

Considerando as negociações salariais de 2024, 85% tiveram reajustes acima da inflação para os trabalhadores. Foi o maior percentual anual desde 2018, de acordo com um levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta quinta-feira (dia 23).
Ao mesmo tempo, 11,4% das negociações tiveram reajustes iguais à inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), enquanto 3,6% ficaram abaixo do indicador.
Considerando todos os reajustes, o ganho real médio do trabalhador subiu 1,37% em 2024. Foi também a maior alta já registrada pela pesquisa, iniciada em 2018.
A indústria (85,8%) e o setor rural (86,6%) lideraram a presença de aumentos reais no ano passado, embora os acréscimos tenham sido disseminados entre as atividades econômicas. Os reajustes acima da inflação ficaram em torno de 85% das negociações de cada setor.
Apenas o comércio registrou um percentual inferior, com 81,5% dos acordos com reajustes reais. Por outro lado, as negociações com perdas reais variaram entre 2,8% no comércio a 5,1% no setor rural.
Apesar de a indústria registrar o maior número de reajustes reais, foi o setor de serviços que apresentou o maior ganho real médio sobre os salários (1,5%). Em seguida ficou o setor rural, com 1,4%; a indústria, com 1,32%, e o comércio, com 0,96%.
À exceção do Nordeste, que registrou ganhos reais em 79,4% dos casos, as demais regiões brasileiras tiveram aumentos acima da inflação em cerca de 85% dos reajustes.
A inflação fechou 2024 com alta de 4,84%. Para janeiro deste ano, o Dieese considera que o percentual de reajuste necessário dos salários é de 4,77%.

Execução do Orçamento foi enviado ao Congresso Nacional

Legislação mira produtos obtidos por alimentação forçada de animais

Liberações por órgãos serão detalhadas até próximo dia 30

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva reduziu o bloqueio no Orçamento deste ano nesta sexta-feira. De acordo com o relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, divulgado pelo Ministério do Planejamento, a contenção caiu de R$ 23,7 bilhões para R$ 17,9 bilhões, uma liberação de recursos de R$ 5,7 bilhões às vésperas […]
