
Distritais pedem derrubada de edital da Terracap sobre regularização de área em Vicente Pires
O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Anúncio foi feito após reunião com Kassab e a bancada na Casa
O líder do PSD, Antonio Brito, desistiu da candidatura à presidência da Câmara e vai apoiar o líder do Republicanos, Hugo Motta (PB).
O anúncio ocorreu após uma reunião da bancada do partido na Casa, com a participação do presidente do PSD, Gilberto Kassab.
Motta já reuniu apoio de um amplo leque de partidos, incluindo PL, PT, PP e MDB, o que pressionou os adversários a desistirem.
Motta terá que mediar conflitos internos após arrebanhar, em apenas dois dias, o apoio das principais forças da Casa. Ao reunir as principais bancadas e esvaziar os adversários, ele terá que finalizar acordos e acomodar interesses. O PT , por exemplo, já tem apalavrado com Arthur Lira (PP-AL) e o próprio Motta uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), embora essa sinalização tenha irritado parte da oposição.
Líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), mesmo sem desistir oficialmente de sua candidatura, também quer garantir um lugar à frente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal da Casa, ou fechar um entendimento para assumir um ministério no governo. Já a relatoria do Orçamento, em tese reservada ao MDB, também está sendo cobiçada pelo União Brasil.
Com medo de perder relevância na Câmara, o União, partido de Elmar, decidiu que não vai disputar a cadeira de Lira contra o líder do Republicanos. Embora tenha insistido em confrontá-lo, o parlamentar entrou em sintonia com seu partido e aceitou dialogar com o favorito.
O líder do PT na Câmara, Odair Cunha (MG), afirma que é importante que a bancada do partido, a segunda maior da Casa, seja respeitada com base no seu tamanho pela nova presidência e admite o acordo para que um petista seja indicado para uma vaga no TCU.
— O TCU foi colocado no bojo desse conjunto de preocupações, intenções, que a bancada sente-se no direito de reivindicar. O TCU não foi um elemento central da decisão. A governabilidade e a estabilidade institucional com uma disputa menos acirrada na Casa foram fundamentais.

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

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