
Durigan quer advertência para bets como a do cigarro: ‘Faz mal à saude’
Em Pequim, ministro da Fazenda diz que medida pode entrar em vigor já nas transmissões da segunda fase da Copa do Mundo

Segundo Moretti, proposta será levada ao Congresso nos próximos dias

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O governo federal estuda elevar o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI) dos atuais R$ 81 mil para a faixa entre R$ 130 mil e R$ 140 mil por ano, informou nesta sexta-feira (26) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Segundo ele, a proposta deve ser enviada ao Congresso nos próximos dias pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de recompor a inflação acumulada ao longo de quase uma década sem reajustes.
A mudança no valor deverá ser implementada de forma escalonada entre 2027 e 2028, de forma a evitar comprometer o equilíbrio das contas públicas.
“Esta é uma pauta legítima, porque o teto [do MEI] está estagnado desde 2018. Estamos trabalhando com a perspectiva de atualizar esse teto para um patamar entre R$ 130 e 140 mil, que é mais ou menos a reposição da inflação”, disse Moretti ao garantir que tudo será feito levando em conta a questão da responsabilidade fiscal.
“Fazendo de forma escalonada, a gente consegue absorver isso nas contas públicas”, complementou.

Em Pequim, ministro da Fazenda diz que medida pode entrar em vigor já nas transmissões da segunda fase da Copa do Mundo

Após formalizar primeira emissão de títulos soberanos em moeda chinesa, ministro da Fazenda diz que país não quer ficar ‘preso’ na polarização Pequim-Washington

O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou nesta sexta-feira que o governo poderá adotar medidas de apoio às empresas caso os Estados Unidos confirmem a aplicação de novas tarifas sobre produtos brasileiros. Ele destacou que o executivo já conta com iniciativas voltadas aos exportadores e poderá atuar para reduzir os impactos da medida […]

Meio milhão conquistou ocupação, a maioria em vagas temporárias ligadas ao calendário escolar. Subutilização atinge mínima histórica e reforça cenário de mercado de trabalho aquecido
