
Pedido de Flávio por união na direita após rixa entre Nikolas e Eduardo reforça tensão na família Bolsonaro na pré-campanha
Decisão do senador de ampliar alianças e aumento da influência de Michelle também provocam divergências

Em visita ao Japão, Lula destacou que Bolsonaro não está sendo julgado como pessoa, e que sua conduta é analisada

No mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal (SFT) tornou réu Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as provas colhidas pela investigação indicam que o ex-presidente atentou contra a soberania do Brasil.
Em visita ao Japão, Lula destacou que Bolsonaro não está sendo julgado como pessoa, e que sua conduta é analisada.
— É visível que o ex-presidente tentou dar um golpe no Brasil. É visível, com todas as provas, que ele tentou contribuir para o meu assassinato, do vice-presidente (Geraldo Alckmin), do ex-presidente da Justiça Eleitoral (Alexandre de Moraes) e todo mundo sabe o que aconteceu nesse país — disse o presidente Lula, ao ser indagado em entrevista: — Não é o homem Bolsonaro que está sendo julgado, é o golpe de Estado que está sendo julgado, a conduta desse cidadão que está sendo julgada.
Lula afirmou que não adianta Bolsonaro fazer provocações ou dizer que está sendo perseguido.
— Então, ao invés de chorar, caia na realidade e saiba que você cometeu um atentado contra a soberania deste país — afirmou Lula.
O presidente mencionou ainda que o julgamento ocorreu após meses de investigação da Polícia Federal, da Procuradoria-Geral da República, sob supervisão do Supremo.
Lula disse ainda considerar importante que o povo brasileiro saiba o que a Suprema Corte está fazendo.

Decisão do senador de ampliar alianças e aumento da influência de Michelle também provocam divergências

A morte completa um mês nesta segunda-feira. As conclusões do inquérito devem ser entregues ao Supremo Tribunal Federal (STF) neste mês

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Além de prever a guarda compartilhada na separação, texto estabelece regras para a guarda caso não haja acordo
