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O senador Davi Alcolumbre (União-AP) e o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) devem se reunir com o petista no Palácio do Planalto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne na manhã desta segunda-feira com os novos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), no Palácio do Planalto.
Segundo o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, será um encontro de “acolhimento”, sem pauta específica. Espera-se, contudo, que Lula aborde a agenda prioritária do governo para o ano, que inclui a aprovação do Orçamento de 2025, da reforma do Imposto de Renda, com aumento da faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil, e da regulamentação da reforma tributária.
Antes, o presidente despachará com os líderes do Senado, Jaques Wagner (PT-BA), da Câmara, José Guimarães (PT-CE), e do Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP).
O convite para a reunião foi feito por Lula a Alcolumbre tão logo o plenário do Senado confirmou a eleição do amapaense, na tarde de sábado. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), passou o celular ao conterrâneo para que o presidente pudesse parabenizá-lo e os dois acertaram o encontro.
Com Motta, a conversa por telefone ocorreu neste domingo. Ficou combinado então que seria uma reunião ampliada com o novo comando do Legislativo.
Lula deu aval para que o PT e a base aliada fechassem acordos para a eleição de Alcolumbre e Motta. Os dois parlamentares, no entanto, não são governistas e fizeram acertos com o PL, de Jair Bolsonaro, durante a campanha ao comando das Casas. Além do compromisso de que algumas matérias da oposição sejam pautadas, o acordo possibilitou que o PL ficasse com a vice-presidência de Câmara e Senado e com o comando de comissões importantes.
Por isso, interessa a Lula abrir diálogo com os novos presidentes o quanto antes. Nessa tentativa de aproximação, o presidente da República afirmou, por meio de nota, que caminhará junto com Alcolumbre em “defesa da democracia e na construção de um Brasil mais desenvolvido e menos desigual”.

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