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Jantar acontecerá na residência oficial do presidente do Congresso
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reunirá com líderes do Senado para tratar sobre pautas do Legislativo e fazer um gesto de aproximação para facilitar a articulação com a Casa. O evento será nesta quarta-feira, e foi confirmado pelo Palácio do Planalto e pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).
Segundo duas pessoas a par do assunto, o evento será na residência oficial do Senado, tendo Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da Casa, como anfitrião.
De acordo com líderes, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também deve participar. O encontro está marcado para a parte da noite, como um jantar.
Desde a eleição de Alcolumbre e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Lula tem feito mais acenos ao Legislativo, sinalizando uma aproximação maior.
Lula e Gleisi também se reunirão na próxima semana em Brasília com os presidente da Câmara, além de líderes da Casa.
As reuniões com os representantes das Casas serão separadas e acontecem em meio às discussões sobre o projeto de lei da anistia condenados pelos ataques às sedes dos Poderes em 8 de janeiro de 2023, que está em tramitação na Câmara, e a reforma ministerial no governo.
Na última semana, Lula esteve no Japão com Motta, Alcolumbre e seus antecessores Arthur Lira (PP) e Rodrigo Pacheco (PSD). Líderes parlamentares também foram convidados. Para integrantes do Planalto, a viagem conjunta ao país auxilia na construção de uma boa relação com o Congresso.
Conforme mostrou O Globo, durante a viagem, o petista afirmou aos presidentes do Congresso que fará mais encontros com eles e investirá em uma relação próxima com o Legislativo ao longo dos dois anos finais do terceiro mandato.
O Planalto também convidou parlamentares para um evento de balanço de dois anos de gestão na próxima quinta-feira, em Brasília.
Na Câmara, parlamentares da oposição pressionam para que o projeto de lei da anistia aos presos seja colocado em votação. Uma das opções de Motta é criar uma comissão especial para o tema, contudo, a alternativa não é bem aceita pelo PL, partido que promete obstruir a pauta de sessões até que a proposta seja votada no plenário.
A comissão especial era uma possibilidade levantada por líderes partidários aliados de Motta, para que o projeto pudesse ser analisado e modificado, sem necessidade de urgência.
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