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Problemas como diverticulite, doença de Crohn e retocolite são os mais comuns. Doenças não tem cura, mas podem ser tratadas, principalmente a partir do diagnóstico precoce, dizem médicos Campanha Maio Roxo — Foto: Reprodução/ Redes Sociais O ‘‘Maio Roxo’‘ é considerado o mês de conscientização das doenças inflamatórias intestinais (DII). A campanha tem como objetivo alertar […]
Problemas como diverticulite, doença de Crohn e retocolite são os mais comuns. Doenças não tem cura, mas podem ser tratadas, principalmente a partir do diagnóstico precoce, dizem médicos
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Campanha Maio Roxo — Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O ‘‘Maio Roxo’‘ é considerado o mês de conscientização das doenças inflamatórias intestinais (DII). A campanha tem como objetivo alertar a população para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento para doenças como diverticulite, doença de Crohn e retocolite, as mais comuns entre os brasileiros.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), as chamadas DII afetam mais de 5 milhões de pessoas no planeta. No Brasil, a doença de Crohn e a retocolite afetam entre 12 e 55 indivíduos em cada 100 mil habitantes.
Rogério Saad-Hossne, médico coloproctologista e presidente do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB), explica que as doenças inflamatórias intestinais são processos que se perpetuam e que precisam ser controlados pelo resto da vida, ou seja, não têm cura.
Entre os sintomas, estão a perda repentina de peso, as mudanças nos hábitos intestinais, a sensação de estufamento, o desconforto abdominal e o acúmulo de gases, por exemplo (saiba mais abaixo)
”A partir do momento em que o paciente apresenta os sintomas, ele precisa tratar para não evoluir o quadro. Mas não é possível alcançar a cura”, diz o médico.
A campanha Maio Roxo, criada pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), pela Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn (ABCD) e pelo Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB), conta com uma programação de conscientização. Entre as atividades, estão o 3º Fórum de DII, que ocorre em Brasília, a partir desta quarta-feira (4).
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Bactérias que vivem no intestino se alimentam de fibras, entre outros — Foto: Getty Images/ BBC
Doenças inflamatórias intestinais (DII) são problemas que prejudicam a função de uma ou mais partes do intestino, podendo, ou não, se estender para outras áreas do corpo. O intestino é dividido entre intestino delgado e grosso, sendo que o primeiro absorve a maior parte dos nutrientes sólidos ingeridos.
Já o intestino grosso é responsável pela captação de aproximadamente 60% da água e pela formação de fezes. Além disso, ele tem um papel importante na produção de neurotransmissores.
Os tipos mais comuns de DII são a colite ulcerativa e a doença de Crohn. A colite ulcerativa é uma inflamação caracterizada por úlceras, ou seja, feridas no revestimento interno do intestino grosso (cólon) e do reto.
A doença de Crohn também é um quadro inflamatório crônico que pode prejudicar qualquer parte do tubo digestório.
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Células de intestino saudável (esq.) produzem enzima antibacteriana, diferentemente das células com doença de Chron (esq.) — Foto: M. Schaubeck/TUM
É comum que os sintomas fiquem concentrados no sistema digestivo. Quando a doença prejudica órgãos além dos integrantes do aparelho digestivo, podem surgir até dores nas articulações e lesões oftalmológicas.
Principais sintomas
As causas para as doenças são diversas, sendo a mais comum a partir de um conjunto de fatores genéticos, comportamentais e físicos, diz o médico coloproctologista Rogério Saad-Hossne .
Outras possíveis causas, são:
O médico Rogério Saad-Hossne alerta para a importância do diagnóstico precoce, que é essencial para evitar a piora doe quadro dessas doenças, além da necessidade de internações e cirurgias.
”Quanto antes o paciente iniciar o tratamento, melhor para conseguirmos controlar a doença e evitar piores consequências como até a remoção de partes dos intestino”, diz Saad-Hossne.
O especialista aponta que para que o diagnóstico ocorra de forma mais rápida, é importante que as pessoas se mantenham atentas aos hábitos intestinais. Além disso, é preciso ficar alerta quando há uma ruptura no ciclo do intestino, diz o médico.
Pensando em reforçar as campanhas do Maio Roxo, nesta quarta-feira (4) será realizado, em Brasília, o 3º Fórum de DII, promovido pelo Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB).
O Fórum tem como objetivo discutir e fomentar conhecimento com especialistas e reúne profissionais para discutir o acesso às tecnologias de saúde para as DII (Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa). No domingo (15), está prevista uma caminhada no Parque da Cidade.
Fonte: Por g1 DF

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