
Governo adia reunião com clubes de futebol e federações marcada para discutir impactos do fim das bets
Encontro estava marcado para esta terça-feira, em Brasília
“UFC 250 Freedom” ocorre na residência oficial do presidente dos Estados Unidos neste domingo

A primeira luta do histórico “UFC 250 Freedom” na Casa Branca, residência do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, rendeu uma vitória tanto para o Brasil quanto para o México. Isso porque o brasileiro Diego lopes, que nocauteou o americano Steve Garcia, mesmo nascido em Manaus é um grande representante da cultura vizinha desde que se mudou para o local buscando dar aulas de jiu-jitsu, e lá iniciou no boxe, aprendendo a “lutar como um mexicano”, disse em entrevista ao GLOBO, na reta final da preparação para a luta.
A ligação entre as duas culturas, para ele, é um dos diferenciais que o fizeram se destacar em pouco mais de três anos de organização.
— Me mudei para o México em 2015, já são basicamente 11 anos morando ali. Me adaptei muito bem no país e o meu professor de luta sempre falava: você tem que aprender a lutar com outros mexicanos, ser agressivo no jogo — disse o brasileiro. E continuou: — Então quando comecei a adaptar um pouco mais meu estilo e foi onde a galera também começou a gostar mais do da minha da minhas lutas. Então acho que a mistura do estilo mexicano com o estilo brasileiro de jiu-jitsu é o que tem me colocado por essas grandes posições.
O brasileiro teve dificuldades no início do combate. As primeiras interações serviram melhor à estratégia do americano, que usou bem a distância para acertar diretos de esquerda que vazaram a defesa do manauara. Então Diego buscou ser mais agressivo e encontrou um grande cruzado de direita que derrubou o adversário. No chão, o brasileiro soltou mais algumas bombas até o árbitro terminar a luta aos 2min42seg do segundo round.
No UFC desde 2023, o brasileiro tem agora 27 vitorias e 8 derrotas. Em uma trajetória fulmimante, o lutador passou de uma derrota na estreia a duas disputas de cinturão nos pesos-pena (perdeu as duas para o australiano Alexander Volkanovski) e um dos selecionados para o histórico evento.
O “UFC Freedom 250”, é um evento de artes marciais que ocorre no gramado sul da residência oficial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O evento conta com sete lutas, duas delas valendo os cinturões dos pesos-leves e pesos-pesados.
O evento celebra os 250 anos da independência do país, mas principalmente os 80 anos do mandatário, nesta data.
A luta principal é entre o georgiano Ilia Topuria e o americano Justin Gaethje, mas além de Diego Lopes, outros dois brasileiros também estão no card, entre eles Alex Poatan Pereira, que busca o terceiro título mundial, agora na categoria dos pesados, podendo se sagrar como um dos maiores lutadores de todos os tempos.
BS20260615011048.1 – https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2026/06/14/manauara-com-estilo-de-luta-mexicano-conheca-diego-lopes-brasileiro-que-abriu-com-vitoria-o-card-do-ufc-na-casa-branca.ghtml

Encontro estava marcado para esta terça-feira, em Brasília

Presidente da Fifa enviou carta para as seis confederações continentais indicando que deve aumentar repasses financeiros

Medida mira profissionalização da modalidade às vésperas da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil

No lance, ele escorregou no gramado e fraturou o punho ao se apoiar no chão para diminuir a força da queda, sentindo fortes dores imediatamente.