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Partida acontece hoje, pela Finalíssima, a partir das 15h45 (horário de Brasília) em Wembley A disputa da Finalíssima (partida entre as campeãs sul-americana e europeia) terá um sabor especial para Pia Sundhage. A partir das 15h45 (horário de Brasília) desta quinta-feira (6) ela retornará a Wembley. No ano de 1989, então como jogadora da Suécia, […]
Partida acontece hoje, pela Finalíssima, a partir das 15h45 (horário de Brasília) em Wembley
A disputa da Finalíssima (partida entre as campeãs sul-americana e europeia) terá um sabor especial para Pia Sundhage. A partir das 15h45 (horário de Brasília) desta quinta-feira (6) ela retornará a Wembley. No ano de 1989, então como jogadora da Suécia, a atual técnica da seleção brasileira entrou para a história ao se tornar a primeira mulher a marcar um gol no mítico estádio.
Agora ela tem o desafio de conduzir o Brasil no desafio diante da Inglaterra, o penúltimo confronto oficial da seleção feminina antes da Copa do Mundo de futebol feminina, que será disputada na Austrália e na Nova Zelândia entre 20 de julho e 20 de agosto.
“Faz um bom tempo que não retorno aqui, seja como jogadora ou como treinadora. É ótimo estar aqui, é claro, mas acho mais legal o fato de estar aqui com a seleção brasileira”, declara ela à Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Segundo Pia, a disputa da primeira Finalíssima da história é um marco para o futebol feminino. “Se você olhar pra trás, hoje há tantas vozes e coisas que estamos fazendo pelo futebol feminino e isso começa reverenciando o passado, mas agora o futebol feminino está cada vez mais importante e valioso. Somos muitas e o futebol em campo é muito bem jogado. Este é um momento muito especial para o futebol feminino”.
Quem também valoriza muito a partida com a Inglaterra é a capitã da seleção brasileira, a zagueira Rafaelle Souza. Segundo a jogadora do Arsenal (Inglaterra), o Brasil terá que saber lidar com a pressão que virá das arquibancadas: “Estou honrada por jogar aqui. Porém, joguei no estádio do Maracanã diante de 70 mil pessoas nos Jogos Olímpicos e foi incrível. Mas amanhã será esquisito, pois não haverá brasileiros nas arquibancadas. Mas haverá muito ingleses. Sei que nestes jogos a torcida é o 12º jogador e temos que ter cuidado com isto e não nos deixar influenciar pela energia da torcida. Em alguns momentos teremos que ir com calma e esperar pelos melhores momentos. Este jogo será importante não só para o futebol feminino, mas para mim como jogadora, pois contarei aos meus filhos que joguei no estádio de Wembley diante de 90 mil pessoas”, destaca.

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