
Talentos do DF brilham nos Jogos da Juventude 2026, em Foz do Iguaçu.
Competição reúne 4,9 mil jovens atletas das 27 unidades da Federação, no Paraná

Partida acontece hoje, pela Finalíssima, a partir das 15h45 (horário de Brasília) em Wembley A disputa da Finalíssima (partida entre as campeãs sul-americana e europeia) terá um sabor especial para Pia Sundhage. A partir das 15h45 (horário de Brasília) desta quinta-feira (6) ela retornará a Wembley. No ano de 1989, então como jogadora da Suécia, […]
Partida acontece hoje, pela Finalíssima, a partir das 15h45 (horário de Brasília) em Wembley
A disputa da Finalíssima (partida entre as campeãs sul-americana e europeia) terá um sabor especial para Pia Sundhage. A partir das 15h45 (horário de Brasília) desta quinta-feira (6) ela retornará a Wembley. No ano de 1989, então como jogadora da Suécia, a atual técnica da seleção brasileira entrou para a história ao se tornar a primeira mulher a marcar um gol no mítico estádio.
Agora ela tem o desafio de conduzir o Brasil no desafio diante da Inglaterra, o penúltimo confronto oficial da seleção feminina antes da Copa do Mundo de futebol feminina, que será disputada na Austrália e na Nova Zelândia entre 20 de julho e 20 de agosto.
“Faz um bom tempo que não retorno aqui, seja como jogadora ou como treinadora. É ótimo estar aqui, é claro, mas acho mais legal o fato de estar aqui com a seleção brasileira”, declara ela à Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Segundo Pia, a disputa da primeira Finalíssima da história é um marco para o futebol feminino. “Se você olhar pra trás, hoje há tantas vozes e coisas que estamos fazendo pelo futebol feminino e isso começa reverenciando o passado, mas agora o futebol feminino está cada vez mais importante e valioso. Somos muitas e o futebol em campo é muito bem jogado. Este é um momento muito especial para o futebol feminino”.
Quem também valoriza muito a partida com a Inglaterra é a capitã da seleção brasileira, a zagueira Rafaelle Souza. Segundo a jogadora do Arsenal (Inglaterra), o Brasil terá que saber lidar com a pressão que virá das arquibancadas: “Estou honrada por jogar aqui. Porém, joguei no estádio do Maracanã diante de 70 mil pessoas nos Jogos Olímpicos e foi incrível. Mas amanhã será esquisito, pois não haverá brasileiros nas arquibancadas. Mas haverá muito ingleses. Sei que nestes jogos a torcida é o 12º jogador e temos que ter cuidado com isto e não nos deixar influenciar pela energia da torcida. Em alguns momentos teremos que ir com calma e esperar pelos melhores momentos. Este jogo será importante não só para o futebol feminino, mas para mim como jogadora, pois contarei aos meus filhos que joguei no estádio de Wembley diante de 90 mil pessoas”, destaca.

Competição reúne 4,9 mil jovens atletas das 27 unidades da Federação, no Paraná

A premiação subiria para pelo menos cerca de R$ 1,18 bilhão; em 2023 o Mundial teve R$ 806 milhões em compromissos financeiros

Para não depender do resultado dos rivais, ele precisa somar só dois pontos, o equivalente ao 9º lugar

Brasil faz amistosos com Japão e Cingapura nos próximos dias 14 e 17, respectivamente
