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Secretaria de Saúde reforça importância da imunização, além de outras medidas de prevenção, para reduzir riscos e salvar vidas
Na semana do Dia Mundial de Combate à Meningite, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) chama a atenção da população para a importância da prevenção. A doença é caracterizada pela inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro, podendo ser causada por bactérias, vírus ou fungos. Trata-se de uma doença séria, que pode deixar sequelas e até levar ao óbito.
No Brasil, a meningite é considerada endêmica, com registros ao longo de todo o ano e surtos ocasionais. As bacterianas são mais comuns no outono e inverno, enquanto as virais aparecem com mais frequência na primavera e verão. Entre 2010 e 2024, o país notificou mais de 356 mil casos suspeitos, sendo mais de 234 mil confirmados. A transmissão ocorre, em sua maioria, pelo contato com gotículas e secreções do nariz e garganta, como saliva, tosse e espirros.

De janeiro a setembro de 2025, o DF confirmou 69 casos de meningite. Esse cenário reforça a importância da imunização como barreira contra a doença. “A meningite é uma doença grave, com riscos de sequelas e de óbito. Boa parte da diminuição atual do número de casos se deve às vacinas e manter a vacinação atualizada é a principal estratégia para o controle das meningites”, afirma a médica e responsável técnica pela área de meningites na Gerência de Vigilância de Doenças Imunopreveníveis da SES-DF, Anna Paula Bise Viegas.
Em 2024, o DF aplicou 30,9 mil doses de vacinas contra a doença, superando as 30,3 mil doses do ano anterior. A cobertura vacinal chegou a 95,3%, crescimento de 1,78% em relação a 2023. O resultado demonstra o impacto direto da vacinação no controle da doença.
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece gratuitamente cinco vacinas que protegem contra a meningite: BCG, Pentavalente, Meningocócica C, Pneumocócica 10v e Meningocócica ACWY. Esta última é indicada para adolescentes de 11 a 14 anos e aplicada como reforço aos 12 meses, conforme orientação do Ministério da Saúde. Todas estão disponíveis nas salas de vacinação das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) espalhadas pelo DF. Confira aqui.

Embora a imunização seja o principal recurso, outros cuidados também ajudam a reduzir o risco de transmissão. Entre eles, estão a higiene frequente das mãos, o uso de lenços descartáveis, evitar levar as mãos aos olhos, boca e nariz, não compartilhar objetos pessoais, como talheres e copos, além de ter cuidado com ambientes fechados e aglomerações.
Casos de meningite podem ter sintomas mais inespecíficos como febre, vômitos, náuseas, letargia, irritabilidade, recusa alimentar e dor de cabeça, e outros sintomas mais específicos, como petéquias (manchas púrpuras na pele), rigidez na nuca, alteração no estado mental, abaulamento da fontanela (moleira alta no bebê), fotofobia (sensibilidade excessiva à luz) e convulsões.
No DF, o atendimento inicial acontece nas UBSs, que fazem a avaliação clínica e, se necessário, encaminham o paciente para hospitais e policlínicas. A orientação da SES-DF é procurar ajuda médica assim que surgirem sintomas suspeitos, para garantir diagnóstico rápido e tratamento adequado.

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