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A posse presidencial em Brasília, neste domingo (1º), transcorrida com segurança e sem qualquer ocorrência grave, teve o reconhecimento do novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, em sua cerimônia de posse nesta segunda-feira (2). O novo chefe da Pasta elogiou o governador Ibaneis Rocha pelo esquema de segurança montado na capital, durante […]
A posse presidencial em Brasília, neste domingo (1º), transcorrida com segurança e sem qualquer ocorrência grave, teve o reconhecimento do novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, em sua cerimônia de posse nesta segunda-feira (2). O novo chefe da Pasta elogiou o governador Ibaneis Rocha pelo esquema de segurança montado na capital, durante discurso na presença dele, que compareceu ao evento, na sede do Ministério.
Ibaneis direcionou os elogios às forças de segurança do DF. “Estão de parabéns todos os policiais militares e civis, homens do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil pelo belíssimo trabalho. Deram todas as condições para que o evento transcorresse na maior tranquilidade possível”, disse. Cerca de 200 mil pessoas acompanharam a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que contou com cerimônias oficiais e shows comemorativos na Esplanada dos Ministérios.
“É bom lembrar que Brasília abriga o governo federal e seus órgãos, as mais altas cortes, embaixadas, representações diplomáticas. A nossa segurança tem uma força grande e trabalha em sintonia com as forças nacionais”, pontuou o chefe do Executivo local.
O governador compôs o dispositivo de posse de Dino, ao lado de autoridades como as presidentes do STF , ministra Rosa Weber, do STJ, Maria Thereza de Assis, e outros. Na ocasião, foram anunciados também os principais nomes da equipe do ministério, como secretários e os diretores-gerais da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Ex-governador do Maranhão e senador eleito em outubro último, Dino não assumirá o mandato parlamentar para compor o Executivo. Ele ressaltou que o ministério, nesta gestão, será a pasta da ‘pacificação nacional’. “Nosso desafio é combater as desigualdades, lutando contra o feminicídio e todos os tipos preconceito e violência. Além de priorizar o respeito à Constituição e a defesa da democracia”, discursou.

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