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Servidores públicos federais de 46 categorias ameaçam greve caso o Ministério da Economia não conceda reajuste a todos O vice-presidente, Hamilton Mourão, disse nesta terça-feira (18) que não há espaço no Orçamento para conceder aumento salarial aos servidores públicos. Segundo ele, o presidente Jair Bolsonaro ainda não decidiu sobre os reajustes dos agentes da segurança e saúde. Hamilton Mourão […]
Servidores públicos federais de 46 categorias ameaçam greve caso o Ministério da Economia não conceda reajuste a todos
O vice-presidente, Hamilton Mourão, disse nesta terça-feira (18) que não há espaço no Orçamento para conceder aumento salarial aos servidores públicos. Segundo ele, o presidente Jair Bolsonaro ainda não decidiu sobre os reajustes dos agentes da segurança e saúde.
“Não tem espaço no Orçamento pra isso [reajuste salarial a todos os servidores públicos federais], não sei nem se o presidente vai conceder isso ai [para servidores da segurança e saúde], vamos aguardar e esperar o presidente bater o martelo, mas o espaço orçamentário é muito pequeno”, comentou Mourão.
No final do ano passado, o governo reservou R$ 1,7 bilhão para contemplar reajuste salarial apenas policiais federais, policiais rodoviários federais e agentes penitenciários, o que causou insatisfação generalizada de servidores de outras categorias.
Nesta terça-feira (18), servidores públicos federais de 46 categorias organizam uma mobilização com indicativo de greve caso o Ministério da Economia não inclua todos na previsão de reajuste salarial em 2022.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou em 8 de janeiro que o reajuste prometido no fim de 2021 aos servidores públicos não está garantido. Ele havia prometido reajuste a todos os servidores neste ano em que disputa a reeleição. “Reajuste seria de 3%, 4%, 5%, 2%, que seja de 1%”, disse o presidente, em dezembro. “Servidor, em grande parte, merece isso”, completou.
No entanto, em meio à adesão em massa dos servidores públicos federais ao movimento de operação-padrão e entrega de cargos comissionados no governo com ameaças de greve, Bolsonaro pediu “sensibilidade” ao funcionalismo e reafirmou que não há espaço no Orçamento.
Fonte: BRASÍLIA | Hellen Leite, do R7, em Brasília

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