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Ministro da Defesa também disse que ‘deve’ aos militares por não ter ocorrido um golpe no 8/1

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou que “recorreu” ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para se aproximar dos comandantes das Forças Armadas ao assumir o comando da pasta, após o resultado das eleições presidenciais de 2022. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira, ele contou que o ex-mandatário telefonou para os aliados para atender ao seu pedido. Na época, apenas o Almirante Almir Garnier Santos, que comandava a Marinha, teria se recusado a encontrá-lo por “birra política”.
— A primeira dificuldade foi ser recebido pelos comandantes. Foi quando eu recorri ao presidente Bolsonaro, meu colega de muitos anos, sempre tivemos uma relação muito boa — contou Múcio, ao relatar como foi a aproximação com os militares — Mas teve uma coisa curiosa. Ele [Garnier Santos] não foi passar o cargo, a posse foi entre 10h e 11h, mas ele foi para o nosso almoço, com todo mundo junto. Foi uma coisa acho que mais por birra política.
Durante a entrevista, o ministro também voltou a defender o papel desempenhado pelas Forças Armadas contra a invasão das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro 2023:
— Do dia 8 (de janeiro) até abril, eu me senti órfão, porque a direita estava zangadíssima porque os militares não aderiram ao golpe, e a esquerda muito zangada porque achava que os militares tinham criado aquele golpe. Na realidade, nós devemos a eles não ter tido o golpe do dia 8 — disse Múcio.
O ministro também tratou como uma “imprudência” da Marinha o vídeo institucional em celebração ao Dia do Marinheiro, publicado em dezembro, em que ironiza ao questionar se a vida militar tem “privilégios”. A postagem foi feita três dias após o anúncio do projeto do governo de cortes nas despesas das Forças Armadas.
— Aquele vídeo foi uma imprudência. Inoportuno. Foi num momento péssimo — disse Múcio.
Após o episódio, o ministro afirmou que levou o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen, para conversar com o presidente Lula. Segundo Múcio, Olsen “reconheceu” o erro durante o encontro com o petista.
Na entrevista, Múcio também detalhou a conversa que teve o presidente, nas últimas semanas, quando decidiu permanecer à frente do ministério. No final do ano passado, o ministro havia sinalizado o desejo de deixar a pasta, mas voltou atrás.
— Ele (Lula) disse: olha, Múcio, nós estamos em uma fase difícil, somos amigos, sei das suas pretensões, quer restar à disposição da família, dos amigos, mas quero que você fique. Estamos com alguns desafios e não queria abrir mais um problema. E os comandantes militares também não querem. E ele pediu para que eu ficasse e, pedido de amigo… — afirmou Múcio, que evitou responder diretamente se ficará até o final do mandato. — Isso é outra história. Vamos atravessar o ano primeiro — brincou.

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