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Investigados estão em presídios federais, unidades de segurança máxima e prisão domiciliar; Polícia Federal apura movimentações de R$ 1,6 bilhão ligadas a lavagem de dinheiro, rifas digitais e apostas ilegais
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A Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal no último dia 15, levou à prisão influenciadores digitais, funkeiros e empresários apontados como integrantes de um esquema que teria movimentado R$ 1,6 bilhão. Entre os alvos estão o cantor MC Ryan SP, o funkeiro MC Poze do Rodo, o influenciador Chrys Dias e Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei.
Uma semana após as prisões, MC Ryan SP segue preso na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Segundo a investigação, o artista, cujo nome é Ryan Santana dos Santos, seria o principal beneficiário econômico da estrutura criminosa investigada. No presídio goiano, Raphael segue a rotina aplicada aos demais presos do sistema estadual. Segundo a Polícia Penal, ele tem direito a quatro refeições diárias — café da manhã, almoço, jantar e ceia — além de duas horas de banho de sol por dia e até duas visitas por mês.
MC Poze do Rodo foi transferido na última sexta-feira (17) para a Penitenciária de Bangu 1, unidade de segurança máxima no Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro. Antes, ele estava no Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte da capital fluminense. A Justiça Federal manteve sua prisão preventiva em audiência de custódia. A transferência indica endurecimento das condições de prisão, uma vez que a unidade é destinada a presos considerados de maior periculosidade ou relevância para investigações, com regras mais rígidas de circulação e contato externo.
Já Raphael Sousa Oliveira, de 31 anos, criador da página Choquei, está no Núcleo Especial de Custódia do Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Antes da transferência, ele permanecia detido na sede da Polícia Federal em Goiânia.
O influenciador Chrys Dias foi preso em Itupeva, no interior de São Paulo. Até o momento, não houve divulgação oficial sobre eventual transferência para outra unidade prisional. Sua esposa, a influenciadora Débora Paixão, também alvo da operação, cumpre prisão domiciliar.
MC Ryan permanece custodiado em dependências da Polícia Federal, modelo normalmente adotado de forma temporária durante o andamento inicial das investigações e decisões judiciais sobre eventual transferência ao sistema prisional comum.
A Operação Narco Fluxo cumpriu 39 mandados de prisão em nove estados. Até o momento, 33 pessoas foram presas e seis permanecem foragidas. A PF apura suspeitas de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), estelionato digital, rifas ilegais e uso de influenciadores para movimentar recursos e dar aparência lícita ao esquema bilionário.
A defesa de Raphael informou ter protocolado habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 3ª Região pedindo soltura imediata. Os advogados alegam que a prisão é injustificável, já que as diligências teriam sido concluídas, e sustentam que a atuação com publicidade é atividade legal.
Segundo a investigação, Raphael recebeu R$ 370 mil de MC Ryan SP por serviços de publicidade. A defesa afirma que parte dos valores pode ter sido paga por terceiros, prática que, segundo os advogados, seria comum no meio artístico.
De acordo com a Polícia Federal, a função de Raphael no grupo seria divulgar conteúdos favoráveis ao artista, promover plataformas de apostas e rifas digitais e atuar na contenção de crises de imagem relacionadas às investigações.
BS20260422132503.1 – https://extra.globo.com/brasil/noticia/2026/04/narco-fluxo-como-estao-mcs-ryan-e-poze-chrys-dias-e-dono-da-choquei-apos-operacao-da-pf-que-investiga-esquema-bilionario.ghtml

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