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Todos os reféns sob poder do Hamas foram libertados nesta segunda

Imagem de Save_Palestine por Pixabay
Entidades que representam israelenses e palestinos no Brasil se manifestaram nesta segunda-feira (13) sobre os recentes avanços da implementação do plano de paz na Faixa de Gaza. 

Na manhã de hoje, Israel e o Hamas realizaram a tão aguardada troca de reféns e prisioneiros, como parte do acordo de cessar-fogo anunciado na última quarta-feira.
A movimentação começou com a libertação de 20 reféns israelenses sobreviventes; ao mesmo tempo, prisioneiros palestinos também deixaram as prisões e retornaram para sua terra.
Em nota, a Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) comemorou a libertação dos reféns:
“A Fisesp recebe com profunda emoção e imenso alívio a notícia de que, após 738 dias de dor, angústia e incerteza, todos os reféns vivos sequestrados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023 estão finalmente de volta em casa”.
A entidade disse ainda que este “é um momento de renascimento e fé, um marco de humanidade em meio a um longo período de sofrimento que uniu corações em Israel e em todo o mundo”. O comunicado termina desejando que este “novo capítulo seja de reconstrução, diálogo e esperança”.
Já o presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), Ualid Rabah, disse que os palestinos precisam parar de ser exterminados.
“O cessar-fogo é muito importante, evidentemente, porque o povo palestino precisa parar de morrer, parar de ser exterminado. Precisa ter a certeza de que deitará na sua casa, ou nas suas barracas, onde for possível, enfim, já que 92% das residências foram destruídas. Então, o cessar-fogo é o primeiro momento para qualquer discussão, para qualquer saída futura e duradoura, de preferência”.
Apesar de comemorar o acordo, Rabah manifestou uma visão crítica sobre o assunto, afirmando que é preciso ter garantias.
“É necessário ter uma força de paz internacional bélica que garanta a segurança do povo palestino. Sem isso, não teremos garantia de que, após uma mera troca de prisioneiros, não haja um novo bloqueio de Gaza, que continue a ocupação da Faixa de Gaza, que continue a ocupação da Cisjordânia. Mas celebremos o cessar-fogo. A troca de prisioneiros é ínfima e não representa as necessidades reais e todo o resto precisa ser discutido, sob pena de estarmos diante de apenas mais um cessar-fogo”.
Após este primeiro passo de troca de reféns e prisioneiros, uma cúpula com mais de 20 líderes mundiais ocorre nesta segunda-feira no Egito.
Eles vão avaliar o plano de paz proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro é realizado na cidade turística de Sharm el-Sheikh, no Egito.

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