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Medicamento utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic, a semaglutida, e é encontrado a valores a partir de R$ 1.228,14
O novo medicamento para a obesidade Wegovy, da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, já está disponível nas farmácias do Brasil. A venda do remédio, que utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic, a semalgutida, teve início na última sexta-feira no país.
Em junho, a farmacêutica anunciou que o Wegovy chegaria às drogarias brasileiras após uma espera de um ano e meio. Os preços variam entre R$1.228,14 e R$ 2.366,15, a depender da farmácia, da dosagem e do estado.
O remédio recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda em janeiro de 2023, e a previsão inicial era que fosse disponibilizado no país já no segundo semestre do ano passado. No entanto, devido a uma escassez global consequente da alta demanda pela medicação, que leva a uma perda de peso inédita entre os remédios, essa oferta foi adiada para 2024.
O Wegovy tem como princípio ativo a semaglutida, mesma substância do Ozempic, medicamento para diabetes tipo 2 também desenvolvido pela Novo Nordisk. No entanto, chega a uma dosagem maior, de 2,4 mg. O Ozempic já é amplamente utilizado de forma off-label (finalidade diferente da bula) para a perda de peso.
No Brasil, o Wegovy foi aprovado para o tratamento da obesidade (Índice de Massa Corporal igual ou superior a 30) a partir dos 12 anos de idade e para adultos com sobrepeso (IMC igual ou superior a 27) que também tenham comorbidades relacionadas ao peso, como hipertensão ou diabetes.
Nas unidades das farmácias Raia e Drogasil, pertencentes ao grupo RD Saúde, o Wegovy já está disponível em São Paulo e no Paraná. Segundo o grupo, o medicamento chegará a todo o Brasil até o dia 31. Os valores em ambas as drogarias variam de R$1.228,14 a R$ 2.366,15 de acordo com a dosagem e o estado.
Na rede São Paulo, o Wegovy está sendo vendido em todas as unidades menos nas da Bahia e de Pernambuco. O medicamento estará disponível em todas as filiais na quinta-feira, dia 25. Já na drogaria Pacheco, o remédio chega de uma vez a todas as farmácias a partir de amanhã, dia 24.
Segundo o grupo DPSP, responsável pelas duas redes, o Wegovy será comercializado a partir de R$ 1.228,14 pela drogaria São Paulo e R$ 1.298,83 pela Pacheco. O valor máximo chega a R$ R$ 2.366,15 em ambas as farmácias. O preço também varia de acordo com a dosagem e o estado.
No geral, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão responsável pela definição dos preços de medicamentos no Brasil, estipula que o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) do Wegovy é de até R$ 2.596,67 no país.
Para ser comprado, o Wegovy precisa de receita médica simples, que não fica retida na farmácia.
O Wegovy é o nome comercial da semaglutida destinada à perda de peso. A substância é um análogo de GLP-1, classe de medicamentos que simula o hormônio GLP-1 no organismo. Existem receptores desse hormônio em diversas partes do corpo. No pâncreas, por exemplo, essa interação aumenta a produção de insulina, necessária para pacientes com diabetes.
Já no estômago, o GLP-1 reduz a velocidade da digestão da comida e, no cérebro, ativa a sensação de saciedade. Esses mecanismos levam a pessoa a sentir menos fome e, consequentemente, perder peso.
Segundo um dos estudos clínicos com a semalgutida na dosagem de 2,4 mg, presente no Wegovy, os pacientes perdem em média 14,9% do peso após 68 semanas, cerca de um ano e meio. O trabalho foi publicado na revista científica New England Journal of Medicine.
Ambos os medicamentos são canetas injetáveis semanalmente à base de semaglutida. As diferenças são a dosagem e a finalidade oficial na bula. O Ozempic é aprovado para diabetes tipo 2, e é vendido em três formulações: 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg.
Já o Wegovy é aprovado para obesidade ou para pessoas com sobrepeso e pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso, e é vendido em cinco formulações: 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg, 1,7 mg e 2,4 mg.
Em ambos os casos, o tratamento começa com a dose inicial de 0,25 mg durante quatro semanas e depois aumenta gradualmente de acordo com a indicação do médico. O objetivo é acostumar o organismo e reduzir o risco de efeitos colaterais.

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