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Veículos não-tripulados são de fabricação iraniana e foram utilizados pela Rússia para atacar Kiev na última segunda-feira (17) RESUMINDO A NOTÍCIA ‘Drones suicidas’ foram usados pela Rússia para atacar Kiev na última segunda-feira (17) Shahed 136 carrega explosivos em ogiva que detonam no impacto, destruindo o drone Veículo aéreo é de difícil detecção, voa baixo e […]
Veículos não-tripulados são de fabricação iraniana e foram utilizados pela Rússia para atacar Kiev na última segunda-feira (17)
Veículos não-tripulados cruzam os céus e se aproximam dos alvos na Ucrânia. Um barulho semelhante a um cortador de grama é ouvido. São os “drones suicidas” Shahed 136, utilizados pela Rússia para atacar Kiev na última segunda-feira (17).
De fabricação iraniana, o Shahed 136, também chamado de Geranium-2 pela Rússia, carrega explosivos em uma ogiva que detonam no impacto, destruindo o drone no processo.
O veículo aéreo é de difícil detecção. Com uma envergadura de cerca de 2,5 metros, ele voa baixo e é projetado para vagar sobre um alvo até que seja instruído a atacar, descendo a até 100 metros de distância.
Embora Teerã negue que esteja fornecendo o Shahed 136 a Moscou, acredita-se que a Rússia esteja usando o “drone kamikaze” desde meados de setembro. Além disso, não há informações exatas sobre quantos exemplares as tropas russas têm, mas os Estados Unidos disseram que o Irã planeja enviar mais centenas, informação que foi negada pelo país.
Os Shahed-136 são relativamente baratos, custando cerca de US $ 20 mil (R$105,9 mil) cada, o que pode justificar o uso deles ao invés de mísseis de cruzeiro.
A primeira vez que a Rússia usou o veículo aéreo foi em 13 de setembro, atacando alvos perto de Kupiansk, uma cidade na região de Kharkiv, no leste do país.
As forças armadas ucranianas usaram mísseis antiaéreos e dispositivos eletrônicos de interferência para tentar derrubar os drones.
No início de outubro, a Ucrânia disse que estava interceptando 60% de todos os drones Shahed-136 recebidos. No entanto, é difícil derrubar todos.
“Eles voam baixo e você pode enviá-los em ondas. Esses enxames de drones são muito mais difíceis de combater pelas defesas aéreas”, disse o especialista militar Justin Crump, em entrevista à BBC.
Apesar disso, para ambos os lados –– Rússia e Ucrânia –– os drones têm sido eficazes para localizar alvos inimigos e direcionar o fogo de artilharia em direção a eles.
O principal drone militar da Ucrânia é o Bayraktar TB2, fabricado na Turquia. O veículo aéreo é do tamanho de um pequeno avião, tem câmeras a bordo e pode ser armado com bombas guiadas a laser.
Os Estados Unidos também disseram que estão enviando à Ucrânia 700 drones Switchblade, que também são “drones kamikaze”.
A Rússia também usa o Orlan-10, considerado menor e mais básico, que possui câmeras e pode carregar pequenas bombas.

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