
Nunes Marques diz que impeachment de ministros do STF é ‘pauta política’ e decisão cabe apenas ao Senado
Presidente do TSE afirmou não saber se processos serão abertos e evitou comentar as causas do desgaste de imagem do Supremo
As cantinas têm até 180 dias para se adequarem à lei
As escolas da rede pública do Distrito Federal deverão começar a oferecer, diariamente, ao menos uma opção de refeição vegana aos estudantes. É o que prevê a Lei nº 7.691/2025, publicada no Diário da Câmara Legislativa (DCL) de quinta-feira (12).
O texto foi proposto pelo deputado Ricardo Vale (PT) e havia sido vetado pelo governador Ibaneis Rocha. Na última semana, a CLDF derrubou o veto e garantiu a promulgação da norma – em vigor desde a publicação.
O texto define alimentação vegana como “aquela que não inclui nenhum ingrediente de origem animal”. Segundo a norma, as cantinas escolares deverão servir, pelo menos, uma variedade de fruta da estação in natura – inteira ou em pedaços – ou na forma de suco; e, pelo menos, uma opção de alimento vegano salgado. Essa refeição deve ter teor nutricional semelhante ao das demais refeições não-veganas.
A nova lei estabelece, ainda, ser responsabilidade dos pais e responsáveis informar a instituição escolar sobre a escolha familiar por uma alimentação vegana.
“Essa vitória é um passo importante na construção de uma sociedade mais consciente e respeitosa com as escolhas alimentares de cada indivíduo”, avalia Ricardo Vale. O autor da matéria reforça, também, que o objetivo é promover uma alimentação “mais saudável, ética e sustentável para nossos jovens”.
A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) elogiou a norma. “Essa iniciativa respeita a diversidade cultural e ética das famílias e assegura o direito a uma alimentação saudável e inclusiva, como está em nossa Constituição”, declarou em seu perfil numa rede social. A entidade considerou a medida um “avanço histórico” para a educação e a saúde das crianças do DF.
Uma pesquisa divulgada em março deste ano pelo Instituto Datafolha, a pedido da SVB, aponta que 7% dos entrevistados se consideram veganos e que 74% afirmam estar abertos a diminuir ou eliminar o consumo de carne por motivos de saúde, meio ambiente ou respeito aos animais. O levantamento foi realizado entre os dias 9 e 11 de dezembro de 2024 e envolveu 2.006 entrevistas com brasileiros de 16 anos ou mais.

Presidente do TSE afirmou não saber se processos serão abertos e evitou comentar as causas do desgaste de imagem do Supremo

Ministro afirma que não vai alterar sua atuação, mas destaca que quando um juiz passa a ter medo de decidir em um processo em razão do risco de perseguições já "não existe mais Poder Judiciário nem Constituição"

Mensagens foram publicadas em seu perfil no Instagram

Despachos citam o plano de governo do candidato do PL à Presidência para argumentar que a "certeza" citada nas publicações "ultrapassa os limites da crítica política"