
Com rombo bilionário, Correios inicia venda de 21 imóveis em 11 estados
Leilão de bens faz parte do plano de reestruturação financeira

Presidente do Senado se reúne com Lula no Planalto nesta manhã
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que é necessária uma ampla discussão sobre a eficiência dos gastos públicos no país e defendeu que as despesas obrigatórias sejam desvinculadas do salário mínimo. Ele destacou que a valorização da remuneração da força de trabalho não pode estar diretamente ligada ao aumento de gastos essenciais. Isso porque, segundo ele, o Estado precisa fazer mais com menos.
— Há uma vinculação do crescimento de despesas obrigatórias ao salário mínimo. Em uma política de valorização do salário, para valorizar a força de trabalho, do trabalhador de baixa renda. Essa lógica de valorização do salário mínimo, que é absolutamente fundamental para o país, não pode ao mesmo tempo vincular o crescimento de despesas obrigatórias, quando na verdade o que se exige é que despesas, com saúde e educação, se possa fazer mais com menos. Não se pode ter um crescimento parametrizado com o salário mínimo. Vamos precisar ter essa discussão sob pena das despesas contaminarem a capacidade do estado de investir — disse Pacheco em evento do Fórum Empresarial Lide.
Hoje, estão vinculadas ao salário mínimo despesas com pagamento de abono, Benefício de Prestação Continuada (BPC), aposentadorias e pensões do INSS.
Pacheco se reúne com o presidente Lula no Palácio do Planalto nesta manhã, em meio à discussão sobre o corte de gastos no governo e das articulações para a sucessão na presidência do Senado.
Já os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e José Múcio (Defesa) estão reunidos com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para debater os cortes. À tarde, o presidente Lula recebe o ministro da Defesa, José Múcio, para discutir a contribuição dos militares no pacote.
A expectativa é que nessa conversa sejam apresentados os detalhes das alterações na previdência da categoria com o objetivo de reduzir as despesas. Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizem, porém, que a cota da categoria no ajuste será apenas simbólica.

Leilão de bens faz parte do plano de reestruturação financeira

Contribuição principal foi de portais e serviços de internet

Pagamento em localidades de oito estados será unificado

Trabalhadores que recebem até R$ 5 mil mensais são isentos do IR
