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Mikimbeth, mulher de Xande de Pilares, mostra mudança no corpo 10 meses após parto: ‘Para motivar vocês’
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Especialista explica que o uso indiscriminado de antibióticos para tratar a Covid-19 pode aumentar a resistência bacteriana A pandemia de Covid-19 pode ter contribuído para o surgimento de novas superbactérias resistentes a antibióticos. Isso porque, segundo o professor de otorrinolaringologia da Santa Casa de Porto Alegre, Geraldo Sant’anna, a preocupação com a saúde e o medo de …
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Especialista explica que o uso indiscriminado de antibióticos para tratar a Covid-19 pode aumentar a resistência bacteriana
A pandemia de Covid-19 pode ter contribuído para o surgimento de novas superbactérias resistentes a antibióticos. Isso porque, segundo o professor de otorrinolaringologia da Santa Casa de Porto Alegre, Geraldo Sant’anna, a preocupação com a saúde e o medo de contrair o novo vírus fizeram com que muitas pessoas utilizassem o medicamento sem acompanhamento médico ou de maneira indiscriminada.
A azitromicina, por exemplo, antibiótico que faz parte do chamado “kit Covid”, foi amplamente utilizada como forma de tratamento precoce para prevenir a Covid-19, mesmo não havendo nenhuma evidência científica de que o fármaco seria capaz de impedir o contágio ou o aparecimento de sintomas da doença.
Nesse cenário, microrganismos podem ficar suscetíveis a mutações e ganhar mais força até ficarem resistentes aos antibióticos, dando origem a bactérias mais difíceis de combater.
“Uma avaliação equivocada ou até a insistência em determinadas condutas podem resultar em prescrição de antibióticos desnecessariamente. O risco é que, com o tempo, infecções bacterianas simples se tornem cada vez mais difíceis de ser combatidas, podendo levar a quadros mais graves ou até a morte. E isso é mais comum e muito mais perigoso do que se imagina”, explica Sant’anna.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) classifica a resistência bacteriana como um dos grandes problemas de saúde global, que, caso não seja tratado, poderá levar a óbito até 2050 mais pessoas do que a Covid-19.
“As superbactérias acontecem mais comumente no ambiente de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), em pacientes com casos graves, devido ao uso de muitos antibióticos”, ressalta o especialista.
Apesar das mutações, Sant’anna conta que o diagnóstico é similar ao realizado para bactérias comuns. “Geralmente se coleta o material dos pulmões para identificar o tipo de bactéria que está causando a doença e, assim, procurar um método de combatê-la”, explica.
A fim de evitar o surgimento de novos tipos de bactéria, o especialista recomenda tratar os sintomas com cautela, mas lembra que apenas um médico é capaz de identificar a sua origem e a forma adequada de tratamento.
“Evitar o consumo inadequado e excessivo de antibióticos é a principal medida a ser tomada [para evitar o surgimento de superbactérias]. Em caso de infecções virais, é necessário observar e apenas tratar os sintomas, com remédios para combater a dor e a febre, para que o paciente passe pelo período natural da doença com menos desconforto”, destaca.
Os ‘dedos de Covid’, lesões nas mãos e nos pés parecidas com frieiras, aparecem em alguns pacientes infectados com Covid-19 e podem ser efeito da resposta do sistema imunológico ao coronavírus. Essa foi a conclusão de um estudo feito pela Universidade de Paris e publicado no British Journal of Dermatology –Reprodução Instagram @essexunionpodiatry
Para essa análise observacional, os pesquisadores examinaram, durante a primavera europeia de 2020, 50 pessoas com dedos inflamados e vermelhos após contraírem Sars-CoV-2 e outras 13 com erupções cutâneas parecidas que surgiram antes da pandemia -Reprodução Instagram @long_covid_kids
Os autores acreditam ter identificado, pela primeira vez, as partes do sistema imunológico que podem estar envolvida no aparecimento desses tipos de lesão, o que poderia ajudar a desenvolver tratamentos contra a Covid-19 -Reprodução Instagram @completefeet
As lesões são causadas porque nosso corpo reage fortemente para conter a infecção de Covid. Dois componentes do nosso sistema imunológico levam à formação dessas erupções
Reprodução Instagram @mills.liberty
De acordo com o estudo, com base em exames de sangue e pele, há dois elementos que levam ao sintoma: uma proteína antiviral chamada interferon tipo 1 e uma espécie de anticorpo que ataca erroneamente as células e os próprios tecidos, além de invadir o vírus -Reprodução Intagram @nataliadublan
As células presentes nos pequenos vasos sanguíneos que regaram as áreas afetadas também desempenham um papel, observam os pesquisadores. Um dos autores, Charles Cassius, observou que sua pesquisa fornece novos dados para entender os ‘dedos de Covid ‘, uma vez que, embora as características epidemiológicas e clínicas tenham sido examinadas, faltam detalhes sobre as alterações de funções do corpo que ocorrem em resposta às lesões -Reprodução Instagram @bluenrsfeet
Os ‘dedos de Covid’ aparecem, geralmente, de uma a quatro semanas após as pessoas serem infectadas e, embora possam afetar qualquer um, eles são mais comuns entre crianças e adolescentes. Segundo especialistas, normalmente desaparecem sem a necessidade do uso de medicamentos -Reprodução Instagram @bluenrsfeet
Em alguns casos, o paciente não sente dores. Mas em outros as erupções na pele podem ser doloridas com bolhas sensíveis e inchaço, além de causarem coceira -Reprodução Instagram @bluenrsfeet
As lesões são mais comuns nos dedos dos pés e podem ter a coloração vermelha ou roxa e apresentar pus -Reprodução Instagram @bluenrsfeetReprodução Instagram @bluenrsfeet
Os dermatologistas apontam que, embora tenha sido bastante frequente na primeira onda da pandemia, esse tipo de lesão parece ser menor com a variante Delta, talvez também devido ao aumento de pessoas imunizadas -Reprodução Instagram @bluenrsfeet
*Estagiário do R7 sob supervisão de Hysa Conrado
Fonte: SAÚDE | Lucas Pimentel*, do R7
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