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Com investimento de R$ 30,9 milhões, o Viaduto do Recanto das Emas já teve a liberação do trânsito na passagem inferior em outubro do ano passado e, agora, a parte superior com as alças que darão acesso ao Recanto das Emas e ao Riacho Fundo II aguarda apenas a aplicação da capa asfáltica e da […]
Com investimento de R$ 30,9 milhões, o Viaduto do Recanto das Emas já teve a liberação do trânsito na passagem inferior em outubro do ano passado e, agora, a parte superior com as alças que darão acesso ao Recanto das Emas e ao Riacho Fundo II aguarda apenas a aplicação da capa asfáltica e da sinalização horizontal. A obra completa deve beneficiar 80 mil motoristas. Também já foram solucionados os problemas de interferência das redes de alta tensão.
A parte de cima do viaduto terá duas faixas de rolamento e duas rotatórias, que permitirão a entrada e saída das regiões administrativas vizinhas. As pistas passaram pelos serviços de terraplanagem, imprimação e impermeabilização. A próxima fase é a aplicação do pavimento asfáltico, quando houver um período de estiagem da chuva, e da sinalização.
As vias superiores vão facilitar o acesso dos motoristas, que, atualmente, precisam fazer o retorno em um semáforo para entrar e sair das cidades, o que resulta em congestionamento. “Com a liberação da obra, pretendemos eliminar por completo todo tipo de engarrafamento na região, proporcionando a liberação do fluxo”, diz o superintendente de Obras do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Cristiano Alves.
Em outubro de 2022, o viaduto teve a liberação das duas pistas inferiores, sendo três faixas de rolamento no sentido Gama e três no sentido Brasília, diminuindo o trânsito interno nas intermediações do Recanto das Emas e do Riacho Fundo II.
“A liberação melhorou significativamente o trânsito. Antes quem estava saindo do Recanto das Emas ou seguindo pela DF-001 fazia toda essa circulação no mesmo nível. Agora temos um deslocamento em dois níveis”, avalia Cavalcante.
O administrador do Recanto das Emas, Carlos Dalvan, lembra que trata-se de uma obra muito esperada pela comunidade. “Vai trazer maior mobilidade para os moradores que saem cedo e pegam engarrafamento na entrada e na saída da cidade, além de trazer um desenvolvimento direto; o comércio aumentou, tudo isso depois do início da obra”, declara.

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