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Ondas de violência em instituições de ensino em todo o país reavivaram a discussão sobre quais medidas são necessárias para a garantia de um ambiente escolar seguro. O GDF anunciou reuniões com diretores, protocolos de segurança e reforço no policiamento do batalhão escolar em busca dessa solução. O g1 conversou com a secretária de Educação …
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Ondas de violência em instituições de ensino em todo o país reavivaram a discussão sobre quais medidas são necessárias para a garantia de um ambiente escolar seguro. O GDF anunciou reuniões com diretores, protocolos de segurança e reforço no policiamento do batalhão escolar em busca dessa solução.
O g1 conversou com a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, sobre o papel das escolas e do governo, além da importância da família não criar insegurança nas crianças. Para ela, “o trabalho pela paz nas escolas deve começar em casa”.
“As famílias precisam se envolver nesse processo. É um trabalho que precisa ser feito em conjunto com toda a sociedade. Os pais devem checar a mochila dos filhos, o celular, e, junto com a comunidade escolar, trabalhar por uma clima de segurança e paz nas unidades escolares”, afirma a secretária de Educação. Hélvia Paranaguá aponta que, ao longo do tempo, os educadores acabaram assumindo a educação moral e valorativa, papel esse que seria dos pais.
A secretária de Educação do DF afirma que acredita ser necessário manter a calma, diante do momento delicado. “É imprescindível dizer que neste momento se faz necessário acalmar os ânimos e confiar nas instituições e nos órgãos de segurança pública, que sempre trabalham para garantir a segurança das nossas escolas”, diz Paranaguá.
A chefe da pasta pede aos pais que não deixem de mandar as crianças para as instituições de ensino e que não passem insegurança para os pequenos. “A criança precisa estar em um ambiente de socialização e aprendizagem. A criança precisa se sentir tranquila e essa tranquilidade envolve tanto a comunidade escolar como a família”.
O governo federal discute a adoção de diversas medidas de segurança contra casos de violência em instituições de ensino: rondas policiais, catracas, detectores de metal na porta e até aplicativo de celular com botão de pânico.
Hélvia Paranaguá afirma que essas são adequações que as escolas precisam fazer à medida que as necessidades da sociedade se transformam. Questionada pela reportagem se essas medidas não tornam o ambiente hostil, a secretária nega.
“Não há hostilidade. A exemplo dos bancos, ninguém entra no banco achando que ali é um ambiente hostil só por conta de um porta com detector de metais. As pessoas simplesmente entram, pois isso já faz parte do nosso dia a dia, é uma medida de segurança”, declara.
Sobre quais medidas serão adotadas nas instituições públicas de ensino do DF, Paranaguá afirma que as possibilidades ainda estão em avaliação “para que nossos alunos e professores e toda a comunidade escolar se sintam seguros”. (Do G1)

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