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Além de Aloizio Mercadante, atual presidente do BNDES, três nomes são cogitados para assumir petrolífera
Cresceu, nos últimos dias, a pressão no governo Lula para substituir o comando da Petrobras. Sob fogo amigo dos ministérios de Minas e Energia e Casa Civil, o atual presidente da estatal, Jean Paul Prates, tentará obter o respaldo do presidente para se manter no cargo e deve ter uma reunião com Lula nos próximos dias.
O estopim da crise atual foi a decisão do Conselho de Administração da estatal de não distribuir dividendos extras (parcela do lucro destinada aos acionistas) de R$ 43,9 bilhões. Prates defendia a destinação de metade desses recursos e, após a decisão do conselho, as ações da estatal tiveram forte queda na Bolsa.
O atual presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, já teria sido sondado para o cargo por auxiliares do presidente Lula. Mas outros nomes são citados nos bastidores. Veja, abaixo, o perfil de cada um:
Quadro histórico e um dos fundadores do PT, o ex-senador paulista é um nome próximo do presidente Lula. Mercadante foi ministro da Casa Civil e da Educação no governo Dilma. Depois, presidiu a Fundação Perseu Abramo, de discussões de políticas públicas, vinculada ao PT.
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Assumiu a presidência do BNDES no início de 2023, quando começou o terceiro mandato do presidente Lula.
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Foi diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) entre 2012 e 2016. Antes de ingressar na ANP, foi funcionária de carreira da Petrobras, onde trabalhou por 22 anos. Engenheira, atua como consultora na área de energia e petróleo.
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Diretora de Assuntos Corporativos da Petrobras, é apontada como uma possível solução caseira. Funcionária de carreira da Caixa Econômica Federal, foi vice-presidnete de Tecnologia e Informação do banco.
Secretário de Análise Governamental (SAG) da Casa Civil, é um nome ligado ao ministro Rui Costa. Servidor de carreira do Ministério do Planejamento, é membro do Conselho de Administração da Petrobras, indicado pela União.

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