
O que prevê o acordo Mercosul-União Europeia em análise no Congresso
O colegiado formado por deputados e senadores que acompanha e examina matérias sobre esse bloco regional, deve retomar no dia 26 de fevereiro a análise do acordo

Órgão foi acionado após comentário feito por parlamentar durante discussão de proposta que proíbe uso de armas de fogo por equipes de segurança do presidente e de ministros

A Policia Federal analisa a abertura de uma investigação contra o deputado federal Gilvan da Federal (PL/ES) por ele ter desejado a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante uma sessão na Câmara nesta terça-feira. O órgão público foi acionado pelo ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, que encaminhou uma notícia de fato para a instituição após o episódio. Na ocasião, parlamentares integrantes da Comissão de Segurança Pública discutiam a aprovação do texto que proíbe o uso de armas de fogo pelas equipes que protegem o mandatário e seus ministros de estado.
Elaborada pela oposição e vista pelo governo a como uma provocação, a proposta teria o objetivo, segundo os autores do texto, os deputados Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Delegado Caveira (PL-PA), de “promover uma cultura de paz, reduzir a violência e buscar soluções não violentas para os desafios de segurança”. Durante a discussão da proposição nesta terça-feira, Gilvan da Federal, relator do projeto na comissão, no entanto, chegou a desejar que o presidente morresse.
— Eu quero mais que o Lula morra, quero que ele vá para o quinto dos infernos, é um direito meu. Não vou dizer que eu vou matar o cara, mas eu quero que ele morra — disse o deputado ao microfone. — Nem o diabo quer o Lula, por isso que ele está vivendo aí. Superou o câncer. Tomara que ele tenha uma taquicardia, porque nem o diabo quer a desgraça desse presidente que está afundando o país. Quero mais que ele morra mesmo.
Com a repercussão da fala de Gilvan, o advogado-geral da União, Jorge Messias, informou em um post do X que apresentaria um pedido de investigação para a PGR e a PF para “a análise e adoção das medidas investigativas e cautelares” relacionadas à fala do deputado. “É inaceitável no Estado Democrático de Direito que um parlamentar use o espaço nobre da Comissão de Segurança Pública da Câmara para defender a morte do presidente da República Federativa do Brasil”, escreveu na publicação.
O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou, em entrevista à CNN, que a instituição deverá analisar a possibilidade de abertura de uma investigação sobre a ameaça de morte:
— Nossa corregedoria analisará tecnicamente a representação, como uma notícia de crime — disse.

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