
Juiz rejeita ação de improbidade contra Bolsonaro por contratação de Wal do Açaí
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Esta é a terceira fase de uma operação iniciada em dezembro de 2025 para apurar desvio de emendas parlamentares

A Polícia Federal faz uma operação nesta segunda-feira para a apurar a suspeita de tráfico de influência em tribunais superiores e mira o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP). Os quatro mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A PF afirma que não tem elementos que “indiquem a a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos apurados”.
A Polícia Federal afirmou que a operação investiga os possíveis crimes de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo.
“As investigações apontam que integrantes do grupo teriam negociado com terceiros o pagamento de valores expressivos, condicionados ao resultado de processos em curso, a pretexto de influir em decisões judiciais”, afirmou a PF em nota.
Essa é a terceira fase da Operação Transparência, iniciada em dezembro de 2025 cujo objetivo era apurar irregularidades na destinação de emendas parlamentares.
Na primeira fase, ao autorizar a operação, o ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que havia “fortes indícios” de que Mariângela Fialek, ex-assessora do deputado Arthur Lira (PP-AL), operava diretamente o encaminhamento de emendas parlamentares supostamente direcionadas de forma indevida do chamado Orçamento Secreto. Na ocasião, ela foi alvo da PF.
Os investigadores destacaram que a distribuição da verba era comandada por Fialek, apelidada de Tua, que atuava sob ordens do então presidente da Câmara, e ocorria de maneira informal como uma “conta de padaria”.
BS20260914112015.1 – https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/09/14/pf-tribunais.ghtml

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